segunda-feira, outubro 09, 2006

"República/Monarquia" - Redacção












-Para o final a monarquia não valia dois reis.
-A república começou por ser uma república das bananas, depois a dita, tornou-se muito dura e por fim o estado novo caiu de velho por culpa de uma revolução que se transformou em grande confusão.
-A primeira república laicizou o ensino e as que se lhe seguiram lixaram-no. Na monarquia existiam muitos analfabetos. Na república pouca gente sabe ler bem, e menos ainda são aqueles que lêem realmente. A república acabou com o caciquismo que grassava durante a monarquia e criou caciques novos.
-Na monarquia existia muita pobreza e poucos mandavam em muitos; Com a república, a situação inverteu-se, isto é: poucos mandavam em muitos e havia muita pobreza.
-Na monarquia os mações conspiravam, na república não?

4 comentários:

Calca-mar disse...

Monarquia é que não...

Alien David Sousa disse...

Rui, tu tens uma forma especial de colocar os problemas que até nos fazes balançar lol
O problema é que se olharmos para o nosso provável "Rei" no caso de uma monarquia, até os pelos das pernas que não tenho se levantam lol
beijos
p.s Espanha não se dá mal com a monarquia por isso até que dá para perceber o teu texto. Os dois têm defeitos, virtudes? Não sei...

Luisa disse...

Esta redacção fez-me lembrar as que fazia na escola. Não versavam eram temas tão complicados...Monarquia ou República? Valerá a pena escolher se tudo continua na mesma?

pedro oliveira disse...

A monarquia será a solução para todos os nossos problemas?
Obviamente, não.
A monarquia permite-nos uma continuidade, permite-nos ter um menino preparado, educado para ser Rei, para ser o representante de Portugal no exterior.
Um Rei ou um presidente da república não definem políticas, projectam imagens.
Não de um pequeno país que já foi foi grande, mas, dum grande país que faz da mistura de povos e culturas a sua força, a força num mundo globalizado.
Nós, portugueses, somos mouros, judeus, cristãos, animistas, seguidores de Confúcio e Buda, tudo e nada... brancos, negros, amarelos, vermelhos...
O Teodoro pode ter educado muito bem o filho, pessoalmente, preferia alguém educado com os valores de Portugal que resumirei em dois: universalidade e tolerância.