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segunda-feira, setembro 21, 2009

ELEIÇÕES 2009 – O CIRCO NACIONAL

eLEIÇÕES 2009  - o circo iN-PROVAVEL

PALAVRAS PARA QUÊ? 

SÃO ARTISTAS PORTUGUESES!

Grandes malabaristas.

Leoas com pêlo na benta.

Tigres de papel.

Acrobátas da Política.

Animais Selvagens da Economia.

Trapezistas de Poleiro.

Contorcionistas das ideologias.

Ilusionistas da Justificação.

Equilibristas do Tacho.

OS PALHAÇOS SOMOS TODOS!

AINDA ASSIM VOTE!!!

domingo, maio 03, 2009

Vital Moreira Avô Cantigas
























Mais um exemplo acabado da rasteiríce politica que nos rodeia e que se afunda, afundando-nos a nós com ela.


Vital Moreira (essa versão surreal e pouco realista do Avô Cantigas de outrora) foi insultado em plena rua; agredido até, ao que se queixa, mas nas televisões não foi visível se o foi ou não, suponhamos que sim.

O acto de agressão é estúpido e inútil. É desrespeitoso da pessoa que o sofre e da lei de todos mas é sobretudo bárbaro e inaceitável por parte de quem o comete.


Os insultos não os ouvi como tal. Chamar “vira-casacas” a quem professava os ideais comunistas com tanta convicção como aquela com que agora não professa ideal algum, não me parece ser insulto. Afinal o homem não é alfaiate (honrada e utilíssima profissão) e se o fosse o insulto seria para a respeitável classe dos alfaiates e similares.

Logo se levantaram as vozes do “Coro dos Caliméros” a exigir desculpas a quem obviamente nem culpas possuía. José Sócrates talvez tenha mesmo equacionado queixar-se judicialmente; Outro José, o Saramago veio defender o “Camarada” de outras andanças com a indignação possível. Não seja que um dia destes lhe aconteça a ele o mesmo ao entrar na fronteira do país que ainda parece ser o seu intermitentemente. Francisco Louça logo que ali viu uma câmara de TV apontada, desfiou a defesa da honra de Vital Moreira. Todos, sem excepção, os “caceteiros de serviço” se apressaram para derramar as habituais lágrimas “crocodilianas”, exigir as vulgares desculpas e esfregar as mãos de contentamento pela vitimização que tal poderia trazer ao seu “excelso candidato” à mesma Europa contra a qual tantas vezes tanto perorou.


Comunistas deste país, ponham-se de joelhos, peçam Perdão, envergonhem-se todos com sinceridade do que (não se sabe quem) fez e depois… depois nada. Digam-lhe apenas que quem anda à chuva molha-se, que manifestações populares (como o nome indica) são para populares e que se ele se sentiu tão honrado por já possuir a sua “Marinha Grande” (1) então ele é deveria agradecer.

Mas que foi malfeito se o agrediram… lá isso foi!

(1) Foi na Marinha Grande que Mário Soares levou (alegadamente) umas chapadas de elementos (alegadamente) afectos ao Partido Comunista durante a 2ª volta das eleições presidenciais em que disputava (alegadamente) a presidência com Freitas do Amaral (também este alegadamente “Vira-Casacas) em 14 de Janeiro de 1986. A vitimização foi de tal ordem que há quem considere ter sido a partir deste acontecimento que Soares (alegadamente Mário) ganhou o “Elan” para vencer as presidenciais.


sexta-feira, fevereiro 27, 2009

CONGRESSO... OU















(CLICK NA IMAGEM SFF)


-Declaro oficialmente aberto... este cãogresso.. perdão, congresso!

(Sem intenção de ofender e com toda a tolerância democrática que me assiste, com respeito pelo direito de expressão e com receio que a PSP de Braga me entre porta adentro e me apreenda o Cartoon)

Aos congressistas e aos meus modelos um bom fim-de-semana de trabalhos e que nem uns nem outros me levem a mal.
Obrigado!

terça-feira, janeiro 27, 2009

sexta-feira, outubro 03, 2008

Manuel Pinho e a CRISE





















Manuel Pinho
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Quando a crise está instalada, as falências declaradas, o pânico generalizado e as economias periclitantes... Não é excelente ter este "ser" como ministro da Economia e Inovação?

Depois de ele ter vindo ajudar a proclamar o pânico para com ele ajudar a justificar o falhanço das suas politicas, só me surge uma questão:

Quem melhor para tratar do nosso emprego, dos nossos rendimentos e do nosso futuro do que ISTO ?

quinta-feira, agosto 28, 2008

Insegurança, Criminalidade Violenta, Operações Policiais





















Insegurança, Criminalidade Violenta, Operações Policiais e o escritório de Vitalino.

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Dois dias depois da morte de um cidadão inocente nas instalações de um Tribunal (caiu-lhe o tecto em cima) eis que em outro tribunal é roubada uma caixa Multibanco apesar de existir um alarme e sistema de câmaras de vigilância. O alarme não disparou e as imagens não possuem qualidade suficiente para identificar os ladrões. É imensamente injusto.


O escritório de advocacia de Vitalino Canas (porta-voz do Partido no Governo e que tem desvalorizado a “onda de violência”) foi assaltado. Justiça do destino?


Em resposta ao surto de criminalidade violenta a Polícia organiza operações de enorme visibilidade (helicóptero incluído e tudo) em bairros problemáticos e avisa a comunicação social. É mediaticamente justo!


Ministério da Justiça contradiz Secretario de Estado da Administração interna quanto a uma possível alteração do Código Penal e do Código de Processo Penal. É justo que ninguém se entenda, justamente quando era necessário entendimento perfeito.



A actual “Crise de Criminalidade Violenta” (como os órgãos de informação lhe têm chamado) não é crise nenhuma. Trata-se, isso sim, de um processo “em evolução” que facilmente seria previsível a quem tenha estado minimamente atento às coisas deste Estado. É comum e sociologicamente correcto afirmar -se que a violência está intimamente ligada a fenómenos de exclusão, de pobreza, desemprego e à existência de baixos salários e más condições de vida. Todos estes factores se têm vindo a avolumar no passado mais recente.


Temos portanto um país empobrecido em que as “polícias” lutam com más condições de trabalho, falta de meios técnicos, carência e envelhecimento de efectivos, armamento obsoleto, más instalações, má rede de comunicações e muitas vezes falta de formação profissional e até humana. As reformas dos Códigos Penal e de Processo Penal conduziram a uma, ainda maior, desmotivação das forças de segurança que passaram a ver muitas das suas acções de detenção serem “anuladas” em tribunal. Por outro, as mesmas reformas, fizeram com que muitos indivíduos com problemas com a justiça se vissem colocados nas ruas sem qualquer tipo de integração e sem outra hipótese de sobrevivência que não fosse de novo o caminho do crime.


Também começa a parecer ser “tabu” ligar os fenómenos de criminalidade violenta ao fenómeno crescente de emigração, sobretudo a emigração ilegal que é a maioritária e acerca da qual, nem números minimamente precisos existem. É urgente o reforço do controlo de entradas nas fronteiras externas da Comunidade Europeia, mas também é urgente o controlo interno.

Não é justo para ninguém que o espaço comunitário se transforme no refúgio de comprovados criminosos: Não é justo para o vulgar cidadão, carente de segurança e qualidade de vida; Não é justo para a classe criminosa nacional que vê o seu nicho de actividade ocupado. Carecendo de formação, conhecimentos tecnológicos e organização de base, não conseguem competir com os recém chegados excepto aumentando o nível de violência; Finalmente não é justo para o país que vê o produto dos assaltos e roubos contribuir para o enriquecimento de países estrangeiros.


No entanto o porta-voz do Governo diz que o Governo está atento e eu acredito. Com toda a certeza os senhores ministros com direito a protecção policial já recomendaram mais atenção aos agentes encarregados de os proteger. Os restantes ministros, os Secretários e Sub-secretários de Estado lêem os jornais e assistem às notícias na televisão como eu e por isso sei que estão atentos. Alguns já mandaram instalar sistemas de alarme anti-intrusão ou detecção e localização nos lares e veículos que possuem. Estão obviamente atentos!

Há poucos dias foi criado o “cargo” de Coordenador das Policias, com equivalência a Secretário de Estado. Sem dúvida mais alguém que irá estar atento e o Governo irá ficar ainda mais atento, já que passa a dispor de toda a informação acerca de investigações em curso e que antes estava afastada da esfera politico-partidária-governamental. Logo mais atenção.


Eu próprio ando mais atento: ando na rua com atenção, tenho atenção ao trancar a porta de casa e mantenho a atenção à carteira em todas as situações, embora que se ma roubarem, apenas me ficará a mágoa da perda do objecto e dos documentos. Afinal sendo português tenho uma carteira vazia a condizer com a crise e com a alma.


Não tenhamos a ilusão de que se trata de uma crise sazonal ou cíclica É que a fome, o vício ou o desespero não desaparecem com o frio ou com a chuva do Outono e Inverno.

sábado, agosto 23, 2008

Violência, Criminalidade e o Sr. Ministro

Rui Pereira  Administração Interna In-provavel











Rui Pereira
Ministro da Administração Interna
Não disse mas podia ter dito!
Pois só um cego não vê aquilo que todos vêem; Só um inconsciente nega o que é evidente e apenas alguém insensível não sente o que todos sentem.

quinta-feira, julho 10, 2008

PERSONAGEM MISTÉRIO

Pinto guevara - IN-Provavel

Não, não é o  "camarada  Fidel!

segunda-feira, março 24, 2008

Casamento e Fisco






















CASAMENTO DE FISCO



-A notícia de hoje (salvo algo ainda mais ridículo) é que a Direcção Geral de Contribuições e Impostos (DGCI) está a enviar aos recém-casados inquéritos nos quais eles, ao abrigo da obrigação de informação, devem prestar esclarecimentos acerca da celebração da boda. -Aparentemente, no distrito de Viseu, os nubentes (vulgo: noivos) são ameaçados com o pagamento de uma elevada quantia caso não respondam ao tal inquérito que a determinado passo entra mesmo na esfera da reserva pessoal dos inquiridos ao perguntar: "quem ofereceu o vestido de noiva" e quanto terá este custado. Pode tratar-se de “excesso de zelo” como já afirmou o Secretario de Estado da Área em causa mas não deixa de ser ridículo, imbecil e disparatado por parte do ou dos responsáveis. Mas não é só. Noutra das questões é perguntado além de onde, por quanto e quando foi realizado o “copo-de-água” se na ocasião, no mesmo local, decorria outro e de quem. Isto mais não é do que promover o “queixismo”, a delação e a arte de “bufar”.

-Urge então perguntar o que fazem os senhores da Inspecção-geral de Impostos. Verificam, investigam, inspeccionam? Não! Sentam os seus redondos traseiros nas suas cadeiras de gabinete, a ler os inquéritos na esperança de que existam recém-casados que façam o trabalho que é deles.

-Ignoro quem foi o responsável por mais esta disparatada atitude, mas há-de com certeza existir um responsável, que como sempre, passará despercebido e incólume ás consequências dos seus actos, cometidos na esperança de agradar superiormente ou quem sabe cometidos por ordem de um superior.

- Já que não há bom-senso que exista pelo menos algum juízo e decência por parte de quem nos devia governar.