Mostrar mensagens com a etiqueta Foto Cartoon. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Foto Cartoon. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, setembro 21, 2009

ELEIÇÕES 2009 – O CIRCO NACIONAL

eLEIÇÕES 2009  - o circo iN-PROVAVEL

PALAVRAS PARA QUÊ? 

SÃO ARTISTAS PORTUGUESES!

Grandes malabaristas.

Leoas com pêlo na benta.

Tigres de papel.

Acrobátas da Política.

Animais Selvagens da Economia.

Trapezistas de Poleiro.

Contorcionistas das ideologias.

Ilusionistas da Justificação.

Equilibristas do Tacho.

OS PALHAÇOS SOMOS TODOS!

AINDA ASSIM VOTE!!!

terça-feira, janeiro 27, 2009

sexta-feira, outubro 03, 2008

Manuel Pinho e a CRISE





















Manuel Pinho
_____________________________________________

Quando a crise está instalada, as falências declaradas, o pânico generalizado e as economias periclitantes... Não é excelente ter este "ser" como ministro da Economia e Inovação?

Depois de ele ter vindo ajudar a proclamar o pânico para com ele ajudar a justificar o falhanço das suas politicas, só me surge uma questão:

Quem melhor para tratar do nosso emprego, dos nossos rendimentos e do nosso futuro do que ISTO ?

quinta-feira, agosto 28, 2008

Insegurança, Criminalidade Violenta, Operações Policiais





















Insegurança, Criminalidade Violenta, Operações Policiais e o escritório de Vitalino.

______________________________________________________________


Dois dias depois da morte de um cidadão inocente nas instalações de um Tribunal (caiu-lhe o tecto em cima) eis que em outro tribunal é roubada uma caixa Multibanco apesar de existir um alarme e sistema de câmaras de vigilância. O alarme não disparou e as imagens não possuem qualidade suficiente para identificar os ladrões. É imensamente injusto.


O escritório de advocacia de Vitalino Canas (porta-voz do Partido no Governo e que tem desvalorizado a “onda de violência”) foi assaltado. Justiça do destino?


Em resposta ao surto de criminalidade violenta a Polícia organiza operações de enorme visibilidade (helicóptero incluído e tudo) em bairros problemáticos e avisa a comunicação social. É mediaticamente justo!


Ministério da Justiça contradiz Secretario de Estado da Administração interna quanto a uma possível alteração do Código Penal e do Código de Processo Penal. É justo que ninguém se entenda, justamente quando era necessário entendimento perfeito.



A actual “Crise de Criminalidade Violenta” (como os órgãos de informação lhe têm chamado) não é crise nenhuma. Trata-se, isso sim, de um processo “em evolução” que facilmente seria previsível a quem tenha estado minimamente atento às coisas deste Estado. É comum e sociologicamente correcto afirmar -se que a violência está intimamente ligada a fenómenos de exclusão, de pobreza, desemprego e à existência de baixos salários e más condições de vida. Todos estes factores se têm vindo a avolumar no passado mais recente.


Temos portanto um país empobrecido em que as “polícias” lutam com más condições de trabalho, falta de meios técnicos, carência e envelhecimento de efectivos, armamento obsoleto, más instalações, má rede de comunicações e muitas vezes falta de formação profissional e até humana. As reformas dos Códigos Penal e de Processo Penal conduziram a uma, ainda maior, desmotivação das forças de segurança que passaram a ver muitas das suas acções de detenção serem “anuladas” em tribunal. Por outro, as mesmas reformas, fizeram com que muitos indivíduos com problemas com a justiça se vissem colocados nas ruas sem qualquer tipo de integração e sem outra hipótese de sobrevivência que não fosse de novo o caminho do crime.


Também começa a parecer ser “tabu” ligar os fenómenos de criminalidade violenta ao fenómeno crescente de emigração, sobretudo a emigração ilegal que é a maioritária e acerca da qual, nem números minimamente precisos existem. É urgente o reforço do controlo de entradas nas fronteiras externas da Comunidade Europeia, mas também é urgente o controlo interno.

Não é justo para ninguém que o espaço comunitário se transforme no refúgio de comprovados criminosos: Não é justo para o vulgar cidadão, carente de segurança e qualidade de vida; Não é justo para a classe criminosa nacional que vê o seu nicho de actividade ocupado. Carecendo de formação, conhecimentos tecnológicos e organização de base, não conseguem competir com os recém chegados excepto aumentando o nível de violência; Finalmente não é justo para o país que vê o produto dos assaltos e roubos contribuir para o enriquecimento de países estrangeiros.


No entanto o porta-voz do Governo diz que o Governo está atento e eu acredito. Com toda a certeza os senhores ministros com direito a protecção policial já recomendaram mais atenção aos agentes encarregados de os proteger. Os restantes ministros, os Secretários e Sub-secretários de Estado lêem os jornais e assistem às notícias na televisão como eu e por isso sei que estão atentos. Alguns já mandaram instalar sistemas de alarme anti-intrusão ou detecção e localização nos lares e veículos que possuem. Estão obviamente atentos!

Há poucos dias foi criado o “cargo” de Coordenador das Policias, com equivalência a Secretário de Estado. Sem dúvida mais alguém que irá estar atento e o Governo irá ficar ainda mais atento, já que passa a dispor de toda a informação acerca de investigações em curso e que antes estava afastada da esfera politico-partidária-governamental. Logo mais atenção.


Eu próprio ando mais atento: ando na rua com atenção, tenho atenção ao trancar a porta de casa e mantenho a atenção à carteira em todas as situações, embora que se ma roubarem, apenas me ficará a mágoa da perda do objecto e dos documentos. Afinal sendo português tenho uma carteira vazia a condizer com a crise e com a alma.


Não tenhamos a ilusão de que se trata de uma crise sazonal ou cíclica É que a fome, o vício ou o desespero não desaparecem com o frio ou com a chuva do Outono e Inverno.

sábado, agosto 23, 2008

Violência, Criminalidade e o Sr. Ministro

Rui Pereira  Administração Interna In-provavel











Rui Pereira
Ministro da Administração Interna
Não disse mas podia ter dito!
Pois só um cego não vê aquilo que todos vêem; Só um inconsciente nega o que é evidente e apenas alguém insensível não sente o que todos sentem.

quinta-feira, julho 17, 2008

Chips nas matrículas
















CHIP nas matrículas
_______________________________________________________________

À falta de ideias boas e realmente úteis, lá vão surgindo estas de tempos a tempos.

Quem serão desta vez os “compadres e comadres” que irão beneficiar com o fabrico de chips e dos aparelhos de leitura? Quem será que irá beneficiar com a sua montagem?

O vulgar cidadão não será de certeza! Esse, irá ver agravado o preço das matrículas.

Chip por chip, apresento a ideia de um que se chama “Anzé”: chip mais inteligente do que muitos ministros, secretários e sub-secretários que por aí vão “flactando” ideias!


Viva o Chip Anzé!

terça-feira, julho 01, 2008

A ESQUERDA NACIONAL














Faça click sobre a imagem para ver em detalhe.
Como se fosse necessário para entender a velha história!

sábado, junho 28, 2008

ANO LECTIVO 2007 2008 - CARTA ABERTA a uma MINÍSTRA DA EDUCAÇÃO IN-PROVAVEL




















ANO LECTIVO 2007 2008
____________________________________________________________________

Primeiramente esbocemos a traços largos a personalidade do ente em causa:
Classificada na família zoológica dos mediocráceos, havia sido declarada inofensiva pela unanimidade dos que lhe conheciam a carreira académica e a pessoa.
Porém, um facto despoletou os acontecimentos e despoletou as crises: foi nomeada ministra.
Foi então que aquele ser que não possuía lógica, forma literária, intuito político ou critério filosófico se rodeou de seres da própria espécie. Juntos, passaram a praticar o uso de uma e só uma ideia bocejante: ganhar um lugar na história da política de ensino atribuindo todas as culpas a quem menos as tinha.
Começou então, sempre que falava, a despejar palavras como uma bexiga incontinente; Sempre com o mesmo som esganiçado de quem fala por um nariz de Pinóquio.
A sua prestação no cargo comprovadamente não presta.
O seu discurso está povoado de orações corridas e outras atrasadas para acertar o passo, tal e qual como num funeral de ideias. Acompanha-se com gestos, ora piegas ora altivos, como faria alguém que dominasse as questões em causa. Tudo sempre numa insuportável melopeia.
A sua posição vertical em todas as questões, dobra com a profunda convicção de uma palha ao vento.
As suas ideias (ou ideia) são velhas, carcomidas; algumas até foram antes usadas de modo correcto mas por gente capaz e não é esse o seu caso nem o caso das suas circunstâncias. São como migalhas de ideias, sacudidas de uma toalha de mesa onde o intelecto esteve antes pousado.
Quando S. Excelência entrou no gabinete, a título de ministra, nunca fora nada, nunca fizera nada e nem ninguém, nem nada, esperava nada de si. Excepto talvez, que fosse o boneco na ponta dos fios dos seus dois comissários políticos nomeados para a secretariarem. Apenas nisto não desiludiu quem quer que fosse.
Ainda bem que a sua cabeça tem espaço para albergar o seu cérebro de grilo, apesar de que uma vez lá dentro, este fica como ervilha no interior de um balde de dez litros.






Breve previsão de como será o Ensino daqui a dez anos se o actual desgoverno continuar.


1. -Existirão detectores de metais á entrada de cada Escola.
2. -Os professores serão nomeados pelo Governador Civil por sua vez nomeado pelo Governo. Em alternativa podem ser nomeados pelo Presidente da Câmara Municipal ou Junta de Freguesia caso este seja do partido no Governo.
3. -O horário escolar iniciar-se-á às 08 horas e terminará às 20:30 horas, salvo no caso em que se registe alguma inconveniência para os Pais e Encarregados de Educação que se encontrem recenseados como votantes.
4. -As férias de Verão serão escolhidas previamente pelos Pais e Encarregados de Educação consoante a sua conveniência.
5. -A frequência das aulas será opcional e as faltas existirão unicamente para fins estatísticos, sendo publicadas apenas depois de devidamente tratadas pelo ministério.
6. -A avaliação de cada aluno será decidida em reunião, a ter lugar no final de cada um dos períodos, entre o encarregado de Educação e o professor da disciplina. Caso o encarregado de Educação não compareça á reunião o aluno será aprovado com nota máxima.
7. -No final de alguns anos lectivos, será organizada uma cerimónia designada “EXAME” na qual participarão todos os alunos desses mesmos anos e que funcionará do seguinte modo:
a) O conteúdo dos exames (questões e respostas) deverá ser publicado com a antecedência de dois meses e enviada e triplicado a cada aluno.
b) Na semana anterior, os alunos que o desejem, poderão frequentar aulas específicas nas quais aprenderão a preencher o cabeçalho e a escrever o próprio nome.
c) Os resultados não terão qualquer relevância para a classificação final dos alunos; Devendo no entanto constar em relatórios estatísticos a publicitar no espaço comunitário.
8. -Dos curricula deverão deixar de fazer parte disciplinas como: Filosofia, Latim, Português, Francês, História, Matemática, Biologia/ Ciências da Natureza, Geografia Geometria Descritiva e todas aquelas que pelo seu grau de exigência ocasionem alguma dificuldade para os alunos.
9. -A anterior figura de “Violência Escolar”, será substituída unicamente pala designação de “Indisciplina Escolar” passando a constar como inexistente ou com taxa “0” nos relatórios do “Observatório de Violência Escolar” especificamente criado para o controle de tal fenómeno.

quarta-feira, junho 25, 2008

Ministro da Agricultura


Jaime Silva,
Ministro da Agricultura
a PAC e a sua caixa de nabos.


Ministro dos Nabos, Ministro Nabo, Pouco Ministro e muito Nabo ou apenas NABO?

-Já não é a primeira vez que este senhor tem comportamentos típicos de tubérculo. Já fugiu de manifestantes por portas traseiras, já evitou agricultores viajando em veículos não governamentais, já mandou pescadores irem queixar-se à Comunidade Europeia e já alterou horários de visita a feiras agrícolas para assim não se cruzar com aqueles a quem toda a sua função ministerial se destina.

-Já anteriormente comprovou ser capaz de prestar declarações “rançosas”, altivas e a raiar o insulto; Comprova agora a falta de diplomacia e tacto político ou a abundância de mau fígado.

-Assim se prova que para ser ministro da Agricultura e Pescas, não basta ter aspecto de “jovem agricultor”, “bronzeado de pescador”, atitudes de perfeito NABO e fazer cara de PEIXE aos problemas que se lhe colocam.

-Ontem, o “patrão Sócrates” veio a terreiro explicar que ele não dissera aquilo que havia dito.

-Hoje, foi a sua vez de tentar convencer-nos de que o que dissera não foi aquilo que lhe ouvimos dizer.


quinta-feira, maio 15, 2008

SOCRATES, FUMO, TAP






















Ele, sem vergonha!
TAP, sem respeito!
Eu sem surpresa e sem comentários!

sábado, abril 26, 2008

Cavaco Silva preocupado com incultura política juvenil












"O 25 de Abril foi uma revolução feita por Salazar contra o General Spínola que queria ficar com as antigas colónias só para ele. O 25 de Abril aconteceu a 10 de Junho que foi o dia em que nasceu um tal Camões que era Capitão do exército e amigo do Paulo de Carvalho que foi o culpado de tudo ter começado por cantar uma música na rádio ainda de madrugada. Por causa dessa música a tropa ficou muito zangada e pegou nos tanques para vir para Lisboa prender os PIDES que eram a ASAE desse tempo. Tudo isto, enquanto um tal Otelo ouvia rádio longe dali.

Antes do 25 de Abril as pessoas andavam em guerra civil umas com as outras e não podiam falar porque o governo não permitia nem a liberdade, nem os isqueiros, nem a Coca-Cola.

Depois da revolução, Marcelo Caetano foi nomeado presidente de um Conselho que era da Revolução e foi ele quem aconselhou Soares e Cunhal a virem do estrangeiro para trabalharem nas primeiras eleições a sério; nas outras que houvera antes, ganhara um General morto em Espanha. Logo a seguir as colónias emigraram para a África."

O Presidente da Republica manifestou a sua preocupação para com o desconhecimento demonstrado por muitos jovens acerca do que foi o 25 de Abril e do que é a vida político/institucional. Ainda bem que ficou apenas por essa área do conhecimento!

sábado, abril 19, 2008

LUÍS FILIPE MENEZES, PSD, CRISE ou não e outros pensamentos








As elites e os barões assinalados.

-Um partido político caracteriza-se por agregar em si um conjunto de pessoas com ideias e princípios comuns. Mas um partido político não é apenas um conjunto de indivíduos irmanados nas ideias políticas. Um partido, representa também as ideias, aspirações, interesses e anseios de cidadãos; De TODOS os cidadãos que nele votam ou que de um qualquer modo nele se revêem.

-Um partido político possui a ideologia daqueles que o compõem: os militantes; de TODOS ou se em Democracia, da sua maioria. Os líderes devem ser eleitos maioritariamente segundo regras claras, pré-definidas e aceites comummente. O papel dos líderes é liderar: definir tempos e modos de actuação, elaborar estratégias de oposição ou de projecto de governação, políticas tendo como finalidade que uma vez atingido o poder, possam obter o melhor para TODOS os cidadãos; Pelo que o poder não é em si mesmo uma finalidade, mas sim um modo para concretizar ideias e princípios.

-Não conheço partido político algum que nos seus estatutos ou regulamento interno, preveja a existência de “benjamins”, “notáveis”, “barões”, “delfins” ou “herdeiros ideológicos”.

-No seio de cada partido, tal como na vida nacional, existem locais próprios de troca e debate de ideias. Mas ao contrário da vida político-institucional, de que todos fazemos parte, na vida política de um partido estão apenas aqueles que de livre vontade lá querem estar em consonância com as regras pré estabelecidas. Posso demitir-me de um partido mas não posso jamais demitir-me da minha qualidade de cidadão.

-Por isso, quando assisto à “sanha contestatária” anti-Meneses, não posso deixar de me interrogar acerca das responsabilidades que cabem a cada um dos intervenientes: Aos contestatários por terem estado sempre ausentes dos processos de escolha do líder, sem apontarem caminhos ou alternativas válidas; Aos media por embarcarem na política do “soundbite”, conferindo espaço de divulgação a opiniões que se encontram, desde logo, no espaço errado de emissão e que apenas aproveitam a quem imerecidamente tem merecido a sua transmissão… e aos seus retransmissores em busca da audiência.

-Num aspecto pelo menos, Meneses é um líder que antes de o ser já o era. Tal foi o modo como, ainda antes de se propor à liderança do PSD, já era temido e atacado pelo “baronato histórico” do seu partido, naquilo que me pareceu ser um profundo receio pela perda de “privilégios de influência” contra os quais Meneses sempre disse pugnar. Estes “barões” parecem não entender que ao atacá-lo sem modo nem método e muitas vezes sem razão, o projectam.

-Marcelo Rebelo de Sousa, tem-lhe repetidamente chamado incoerente e populista, esquecendo-se que foi ele próprio, quem se atirou ao Tejo em campanha autárquica e quem garantiu que não seria candidato a líder ainda que “Cristo viesse à terra”. Foi candidato a líder e líder mas Cristo não veio. Foi também ele quem criticou o facto de o PSD possuir um líder que não estivesse na Assembleia da República tendo ele próprio sido líder não estando na dita Assembleia.

-Muitos outros, que por omissão e silêncio, contribuíram para dois anos de apagadíssima oposição e que então lhe criticavam o facto de apresentar alternativas, fazem eles próprios o mesmo AGORA, mas sem a apresentação de qualquer alternativa.

-São as bases que mandam em quem as dirige e não o oposto. Ao acusar, quem quer que seja, de manipular as bases de um partido, insulta-se o militante comum de falta de visão e entendimento e esse facto paga-se nas urnas a seu tempo contra quem o afirmou. As bases por serem bases não são nem incultas nem inconscientes.

-Desta vez também irá provavelmente ser assim.















Terça-feira, Setembro 25, 2007

Luís Filipe Menezes Vs. Marques Mendes

sábado, abril 12, 2008

Receita de Coelho no Tacho


















COELHO NO TACHO
(para 10 milhões de pessoas)

1 Coelho gordo.
1 Tacho largo.
1 Programa de rádio.
1Grupo Empresarial de grande dimensão e vastos interesses.
500g. Palavras vãs.
1,5 Kg. de falsa moralidade.
7 Kg. de fraca memória.

Toma-se o Coelho, rapa-se-lhe o bigode e coloca-se sete anos a marinar fora do governo.

Tempera-se com raspas de programa de rádio, a fraca de memórias dos portugueses, a falsa moralidade e por fim as palavras vãs.

Mete-se no Grupo Empresarial (já no interior do tacho) e desliga-se a consciência.


"Os portugueses têm muito má memória no que toca à politica e aos políticos"
JORGE COELHO

segunda-feira, março 31, 2008

TIBETE JOGOS OLIMPICOS





















Mais liberdade, mais independência, mais independência!


E eu sou absolutamente contra a politização dos Jogos Olimpicos!

quinta-feira, março 27, 2008

Redução de IVA












Hoje foi anunciada a redução de um imposto:

Vejamos sucintamente o que é um imposto.

Um imposto é a contribuição proporcional de cada cidadão para as despesas do Estado.

No antigo regime, quando o Estado era o soberano (rei ou não) o súbdito pagava segundo a vontade do soberano e a sociedade presumia que tudo era pertença do senhor. Aí, o imposto era a reposição do trabalho do servo exercido em terras e bens do senhor. O excedente, aquilo que o povo guardava, era para sua subsistência e era encarado como uma dádiva da generosidade do senhor.

Após a Revolução Francesa o papel do Estado transformou-se. O Estado passou a ser o detentor do poder que o povo delegava nele, tornando-se o responsável pela aplicação das leis e o administrador encarregado de pagar pela manutenção do bem-estar da comunidade. O imposto, passou a ser a contribuição a pagar pela Liberdade e pelos serviços prestados pelo Estado ou, segundo Proudhome: “Todo o imposto é uma troca.”

O Estado restitui em serviços à comunidade tudo o que da comunidade recebe em impostos.

Apesar da contribuição ser proporcional aos rendimentos de cada um, a prestação dos serviços, num Estado Social não o é. Assim, aqueles que mais podem contribuir devem fazê-lo embora no entanto tenham direito apenas ao mesmo que os que podem contribuir em menor quantidade.

O que é que isto tem que ver com a diminuição do IVA decretada ontem pelo primeiro-ministro? Tem tudo!

Ao anunciar esta “benesse” mais parecia estar a conceder aos portugueses um favor especial em vez daquilo que eles conquistaram de pleno direito ao pagarem mais impostos e ao obterem em troca menos serviços e de pior qualidade que anteriormente.

O Estado não emagreceu, não gasta menos consigo próprio, não se racionalizou, não se tornou mais funcional nem mais efectivo no seu funcionamento. Por outro lado, a saúde piorou, o ensinou, denegriu-se e deteriorou-se, a qualidade de vida piorou e os cidadãos vivem pior embora paguem mais.

“Quando os povos não gozam das vantagens que o imposto deve proporcionar-lhes. Quando o sacrifício a que se submetem não é contrabalançado por vantagens supervenientes, dá-se a iniquidade. Se a importância do tributo lhes não ministra beneficio que tenha o valor do tributo, comete-se UM ROUBO!”

J.B. Say

quinta-feira, março 20, 2008

segunda-feira, março 17, 2008

Raças de cães perigosos














-O tipo de medidas como a apontada pelo actual ministro da agricultura, tende a irritar-me profundamente.

-A actual legislação em vigor é suficiente sem ser radical ou desumana, apenas bastaria para que resultasse que fosse cumprida e não o é! Diariamente, assistimos a transacções de animais desprovidos de qualquer registo ou licença em locais públicos e em casas que não são fiscalizadas. Todos os dias nos cruzamos com cães que sendo legalmente obrigados a usar açaime o não usam; que são passeados (quando muito) à trela por crianças (ou pouco mais) que não demonstram qualquer capacidade de os controlar numa hipotética situação limite como por exemplo um caso de pânico do animal.

-Tudo isto se passa “às claras”, muitas vezes sob o olhar da PSP ou GNR que passam a pé ou de carro sem nunca intervir para solicitar a documentação e/ou aplicar as coimas e penas previstas. São estas autoridades, as mesmíssimas que se chamadas a um local onde um cão de “raça perigosa” se encontra sem dono ou em plena liberdade, não comparecem atempadamente ou não comparecem sequer e a culpa não é sua mas de quem os dirige.

NÃO existem raças perigosas de cães!

-Aquilo que existe são donos incompetentes, maldosos e ignorantes por um lado e por outro, total ausência de fiscalização e inoperância por parte das autoridades que voluntariamente ignoram a existência da lei vigente.

-Castrar cães cujos donos são incapazes, incompetentes, desleixados e ignorantes de tudo o que significa “possuir” um cão, não é a melhor solução e não chega sequer a ser solução. Possuir um qualquer animal significa antes de mais afecto e conhecimento. Um qualquer dono deve possuir todo o conhecimento necessário acerca da raça do seu animal, das suas características físicas e comportamentais, das suas necessidades específicas e deve aprender a lidar com elas e com o animal propriamente dito.

-Os cães, são actualmente o produto de uma evolução demorada e apurada. Foram sendo seleccionados ao longo de milénios pelas suas aptidões especiais para esta ou aquela função de auxílio ao homem e criados com esse preciso objectivo. Tal como não passaria pela cabeça do mais idiota dos seres humanos possuir um cão para lavrar a terra ou um boi para guardar a casa também os canídeos devem ser usados para aquilo que são as suas aptidões naturais: guarda, companhia e trabalho. Isto não significa que não se trate de um animal extremamente adaptável mas nesse caso é, não apenas necessário mas exigível, que se entenda que se trata de uma adaptação e não de um facto ou função natural.

-Se para ser “dono” de um cão de companhia, grande parte dos seres humanos se encontra preparada, já para um cão de trabalho ou de guarda não se passa o mesmo. Ainda assim, no caso dos cães de companhia ou de luxo, conheço casos em que é o animal o verdadeiro dono casa, muitas vezes tiranizando os donos à sua vontade e chegando ao ponto de morder as visitas e até mesmo os donos, o que constitui um comportamento intolerável mas totalmente imputável aos “familiares” e não ao próprio cão.

-Os cães, ao contrário do que se tende a pensar, são animais de extrema sensibilidade psíquica e com enorme necessidade de afecto; são extremamente gregários e excelentes respeitadores das regras do seu grupo social. A questão que se coloca é que não as adquirem por si só, estas devem ser-lhes ensinadas e inculcado o respeito por elas. Se os observarmos em liberdade, é fácil constatar que isso acontece desde muito cedo por parte das mães e dos líderes da matilha ou alcateia.

Algumas regras de ouro para o possuidor de um qualquer cão :

“Quanto maior o animal, maior é a sua necessidade de espaço aberto e de exercício físico”.

“Nenhum cão nasce ensinado a respeitar membros exteriores ao seu grupo social. A sociabilização É ESSENCIAL!”

“A disciplina e o ensino obtêm-se com paciência e recompensa. Jamais com castigos!”

“Escolha o cão adequado ao espaço de que dispõe, à sua própria personalidade, à função que pretende que ele desempenhe e à sua disponibilidade!”

“Um cão como qualquer animal, NÃO É um brinquedo. Não deve ser exclusivamente educado por uma criança!”

“Um cão pode ser “o melhor amigo do homem” mas pode tornar-se um perigo e isto apenas acontece por culpa do próprio homem: por insensatez, desconhecimento, maldade ou incúria!”

“Se não sabe educar um cão não o tenha! É melhor para si, para o animal e para todos nós. Compre um pelhuche!”

segunda-feira, março 10, 2008

Portugal Sempre em Festa













-Vivemos em constante ambiente festivo. Esta é uma das manias, tiques e modernices mais idiotas que me são dadas a observar. Todas as semanas, assistimos a celebrações de dias mundiais, europeus e nacionais; Existe um dia para cada causa, para cada tema, para cada ideal, para cada organização, cada profissão, sexo, arte, actividade, meio de transporte, grau de parentesco, animal, vegetal ou fenómeno meteorológico. Celebram-se aniversários de carreira, de nascimento, de estreias e de falecimentos. Celebra-se hoje o aniversário do nascimento de um poeta, amanhã o da publicação sua primeira obra, depois o da atribuição de um prémio ao poeta, na semana seguinte o da sua maior publicação e um mês após o primeiro, celebra-se o aniversário do seu falecimento.

-Existem galas, shows, exposições, espectáculos comemorativos, conferências, inaugurações, casas museu, fundações, sessões solenes, transladações, evocações, estátuas, bustos, placas e primeiras e únicas pedras.

-Exultam-se carreiras de cantadores de fado, de “cançoneteiros”, de “pintadores”, fazedores de fitas, “futeboleiros”, escrevedores de jornais ou livrécos. Todos apresentados como sendo “sem pecado”, todos personalidades exemplares apenas dotados de virtudes. Todos beneméritos e impolutos. Todos, exemplos de cultura e humanismo, de portugalidade vigente e dominante. Todos pouco (muito pouco) mais do que apenas servidores do próprio Ego, da sua carteira e dos seus próprios amigos e comparsas no “crime”. Quando ainda vivos, são exultados em debates e entrevistas onde se pronunciam sem razão aparente nem conhecimento suficiente. Falam, opinam, contestam e criticam temas que nem sequer conhecem e muito menos ainda dominam mas pronunciam-se e opinam.

-Também se celebram monumentos (alguns absolutamente “monos” e nada monumentais). Celebram-se 5 anos de um programa televisivo idiota, dez anos de dissolução de um grupo de rock (e os 11 com a sua “reunião”). Celebra-se a milésima edição de um programa de opinião, os 8000 visitantes de um blog, catorze anos de um canal, cinco anos de uma empresa, quatro meses de uma relação e cinco meses de vida.

domingo, março 09, 2008

Santos Silva










-O governo anda nervoso. Os ministros andam nervosos.
-Se por um lado já nos habituámos aos disparates do ministro da Economia, às patranhas do ministro das Finanças, à agressividade do ministro da Agricultura, à precipitação do ministro dos Negócios Estrangeiros, ao incoerente “francês” do ministro das Obras Públicas; Eis agora a má têmpera do ministro dos Assuntos Parlamentares Augusto Santos Silva. O homem zangou-se, aborreceu-se seriamente e apontou o dedo aos manifestantes que lhe chamavam “mentiroso e fascista”. Chamou-lhes primeiro comunistas e devolveu-lhes o epíteto de fascistas que “ele” sim… é que era um combatente pela liberdade.

-À parte da óbvia e preocupante contradição das suas palavras, surpreendeu-me o facto de que não se tivesse ofendido mais por lhe terem chamado mentiroso do que o que se ofendeu com o apelidar de fascista. Fiquei convicto de existe, pelo menos um ministro neste governo, que tem profunda consciência daquilo que é ele próprio e do que é o governo no seu todo.

-Ainda pensei que iria vê-lo ontem, de dedo em riste, ar contristado e ofendido a apontar aos cem mil professores (*) que se manifestaram em Lisboa, o facto de serem todos eles Comuno-fascistas ou Fachólo-comunistas.

(*) Disseram-me hoje, que mil professores de Aveiro e outros tantos de Viana do Castelo foram aparentemente impedidos, por quilo que parece ter sido um “excesso de zelo policial”, de prosseguirem a viagem até Lisboa e que não terão sido casos únicos.