| adaptado de algo retirado da net |
| original |
| adaptado de algo retirado da net |
| original |
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, março 28, 2013
0
comentários
Postado por
Unknown
at
terça-feira, março 19, 2013
0
comentários
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, março 08, 2013
0
comentários
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
2
comentários
Postado por
Unknown
at
quarta-feira, dezembro 19, 2012
1 comentários
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, setembro 21, 2012
0
comentários
As bebedeiras de antigamente eram mais dignas do que as actuais.
Quando se partia para elas havia a certeza de que o dia seguinte seria um dia de inferno invernoso, de caos, de peste, sede e guerra… sobretudo sede, muita sede.
A ressaca era uma prova da existência de Deus e de que todo o prazer seria castigado. Uma borracheira das antigas era isso mesmo: uma borracheira das antigas.
Hoje em dia há comprimidos e xaropes para a ressaca e as novas gerações não conhecem a verdadeira ressaca. Bebem como camelos que atravessaram um deserto e não sofrem consequências por isso. Apanham “pianchas” de caixão à cova e acordam novos em folha, prontos para outra.
Claro que há uma crise de valores, se a ressaca já nada vale o que vale a “copofónica”?
As “nássas” tinham razões e motivos honrosos. Ajudavam a esquecer ou serviam para recordar e eram grandiosas. Alegravam e entristeciam. As “nenas” eram inesquecíveis e memoráveis e as suas consequências também eram inesquecíveis. Hoje são inconsequentes e vulgares como os bêbados repetitivos e chatos.
Sem o enjoo, a náusea, a terrível dor de cabeça, a azia, o desconforto de cada movimento e o sabor matinal a papel de jornal, um “grão-na-asa” perdeu a piada toda.
Nunca fui um profissional das “chumbadas”, mas recordo bem as exaltações profundas e os belos sentimentos que provocavam; as declarações de amizade sincera e profunda, os desabafos sentidos e as sensibilidades à flor da pele. De cada vez que aconteciam, lá vinha a pancada matinal, o sol demasiado forte ainda que já fosse noite e se tivesse dormido o dia todo… mas sobretudo a promessa de que “NUNCA MAIS… nem uma gota”.
Era uma espécie de luta entre o instinto de sobrevivência e o gin-tónico (mais gin do que tónico). Um conflito amigável entre dois inimigos figadais em que um deles era o meu fígado e o outro… era o vencedor.
Ainda hoje quando vejo uma rodela de limão e uma garrafa de água tónica apetece-me gritar a plenos pulmões a palavra GIN e o cabelo na minha nuca eriça-se.
Asprina, Guronsan, Alka-Seltzer, eram sinónimos de fraqueza de espírito; quase uma verdadeira traição ao espírito da coisa. Éramos habituados à sensação de morte eminente. Éramos estóicos apesar das falhas de memória. Éramos heróicos apesar de acordarmos vestidos e algumas vezes no chão do quarto.
Um brinde à ressaca!
Só mais um… Hips… p’ró caminho!
Post Sriptum: Há coisas na vida a que um Homem não foge: uma paixão bem vivida e… Arre pôrra que ainda não bebi nada hoje.
Postado por
Unknown
at
quarta-feira, maio 23, 2012
2
comentários
Criada por David Lloyd que foi um dos autores de “V” (o filme de 1982 representa) Guy Fawkes um soldado inglês (Católico) condenado à morte e executado por traição em 1605 acusado de planear fazer explodir o Parlamento britânico durante um discurso do Rei protestante James I.
Este movimento ficou conhecido como “O golpe da Pólvora” e ainda hoje se comemora na data em que Guy Hawkes foi capturado: 5 de Novembro.
A máscara foi adoptada em 2008 pelo Movimento (hacker) Anonymous numa campanha que levou a cabo contra a Igreja da Ciêntologia nos Estados Unidos.
Em 2011 reapareceu com os manifestantes do Movimento Ocupye tem sido usada em manifestações de vária índole sobretudo anti-globalização e contra as grandes corporações multinacionais.
Em Portugal é usada a torto e a direito por gente que ignora tudo acerca do seu significado e daquele que representa. Sendo conhecida por vezes como “a máscara do contra”.
Sempre que alguém compra esta máscara está a contribuir para a Time Warner que detém os seus direitos comerciais.
Esta é a minha versão pessoal, personalizada e quase um auto-retrato meu.
Se quiserem, copiem-na à ganância, imprimam-na até se cansarem e usem-na até que se aborreçam mas saibam o que representa e quem foi o católico Guy Hawkes. Não sejam apenas idiotas mascarados de libertadores.
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, abril 19, 2012
2
comentários
O “ARROTO” é mais do que apenas um som cavo que surge das entranhas humanas mais afastadas do cérebro.
O “ARROTO” não lê e não é informado porque não quer; ouve telejornais mas não entende o que ouve por não esforçar o neurónio solitário com mais do que telenovelas, futebol e revistas sopeiras.
O “ARROTO” não lê porque ler dá trabalho e diz que ler faz mal à vista se não for jornal desportivo (leia-se futebolístico).
O “ARROTO” tem olhos mas apenas olha, não vê! Tem ouvidos mas é surdo à razão, ao conhecimento, à lógica e ao pensamento mais básico.
O “ARROTO” tem boca… tem sobretudo boca, tem practicamente apenas boca. É por ela que lhe sai tudo aquilo a que teima em chamar opinião sem saber que as opiniões necessitam de algum pensamento prévio, reflexão (ainda que mínima) e alguma justificação lógica para não serem irracionais e idiotas e não fazerem idiota quem as emite.
O “ARROTO” não fala, arrota e incomoda com os barulhos que a sua bocarra faz. O seu raciocínio tem mau hálito e as suas ideias têm bolor… ou teriam se tivesse quer raciocínio quer ideias.
O “ARROTO” repete o que ouve sem pensar porque não sabe pensar e não quer aprender mas não porque não possa. Repete o que ouve e o que julga ter ouvido e de todas as vezes repete mal. Se não entende as palavras repete-as ainda assim, ou inventa e adultera o que julga ter ouvido a outros “arrotos” de quem é “amigo”!
O “ARROTO” não faz perguntas faz afirmações e se pergunta é apenas para ter a certeza que tem razão.
O “ARROTO” não sabe nada de nada acerca de coisa alguma mas acha-se capaz de arrotar em qualquer ocasião sobre qualquer tema quer tenha quem o oiça quer não.
O “ARROTO” é inoportuno, boçal, estúpido como um portão de quinta* mas nunca é ausente o que seria a sua única qualidade.
O “Arroto” tem sempre razão e está em todo o lado apenas à espera que o deixem arrotar e aí… ai de quem tentar impedi-lo: a fúria do arroto é ruidosa, escandalosa, popularucha de “pé sem chinela” e mal criada.
Estes são alguns dos imensos arrotos que tenho coleccionado ao longo da minha vida e de que não consigo livrar-me por muito que tente e que deseje esquecer que existem e me aguardam lá fora nos taxis, metro e autocarros, nos passeios, nos programas com participação de ouvintes e por vezes (raramente) à mesma mesa de café em que me sento.
* Tenho o maior respeito e consideração por portões de quinta e no que diz respeito a compara-los com “Arrotos” estou em crer que prefiro um monólogo com um portão destes do que qualquer diálogo (se tal fosse possível) com um “Arroto”.
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, abril 12, 2012
0
comentários