sexta-feira, dezembro 31, 2010
quarta-feira, dezembro 29, 2010
quarta-feira, dezembro 15, 2010
sábado, dezembro 04, 2010
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
Porque ontem foi o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência... ****************************************
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é ...dono do seu destino. "Louco" é quem não procura ser feliz". "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E "Miserável" somos todos que não conseguimos falar com Deus. "
(desconheço o autor do texto)
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quinta-feira, dezembro 02, 2010
INQUÉRITO DE NATAL
-Pontue de um a 3 cada uma das frases, sendo que 1 significa total concordância e 3 discordância absoluta.
-No fim, some o resultado e veja o seu grau de “Natalinidade”.
( ) Secretamente deseja que o Pai Natal fique entalado na chaminé.
( ) Não está a pensar regularizar a sua dívida com a Segurança Social e o Fisco e ainda enviar um presente ao Conselho de Ministros.
( ) Sempre que ouve músicas de Natal coloca os auriculares e ouve todos os Mp3 de Heavy Metal e Acid Jazz que tem.
( ) Já tem saudades do António Guterres e de todos os anteriores ex-primeiros ministros incluindo o Marquês de Pombal.
( ) Acredita seriamente que aquela rena com nariz vermelho e brilhante não passa de um alcoólica inveterada.
( ) Costuma dizer que é muçulmano e que, como tal, não celebra o Natal.
( ) Recebe sempre presentes com menor qualidade do que os que oferece, menos cartões do que os que envia e menos IRS do que o que devia.
( ) Pensa que as iluminações são um desperdício de electricidade pelo qual, mais cedo ou mais tarde, um ministro o vai culpar.
(…) Decidiu, depois do jantar de Natal com os colegas de trabalho, que no próximo ano a sua “prenda-surpresa” irá ser um relatório com tudo o que realmente pensa deles e delas.
( ) Está certo de que é “Mary Christmas” e não “Merry Chistmas” o que o “velho gordo” grita e que esta é alguma “amázia” dele.
( ) Quando depois do Natal, alguém lhe pergunta como este correu, não sabe o que responder pois apenas se recorda da garrafa de Gin e da ressaca do dia seguinte.
( ) Não tem coragem para faltar ao jantar de família, mas este ano vai aparecer com um piercing no nariz e o cabelo verde e laranja.
( ) O peru causa-lhe azia, o polvo erupção cutânea, o bacalhau hemorróides e as batatas e couves flatulência.
-Existem muitas probabilidades de que não goste da época natalícia mas ainda parece acreditar no Pai Natal. Continue neste caminho e talvez venha a descobrir que não está tão errado como por vezes pensa ou como lhe querem por vezes fazer crer. Tenha cuidado com os excessos mas sobretudo com as carências e com o fígado. Use o Prozac, o Gin e o cinismo com a possível moderação.
-
Já foi mais dado a natais do que é actualmente, no entanto possui um espírito de sacrifício em nome da tradição, dos valores familiares e dos “fretes” propriamente ditos que fazem de si um no meio de muitos. Tenha cuidado com os doces, com os salgados e com o sexo sem protecção, mas sobretudo tenha cuidado com o fisco.
-
HELLO ?!?
-O seu espírito natalício encontra-se elevado. Ainda acredita no Pai Natal e na recuperação económica portuguesa, apesar dos números mais recentes da União Europeia.
-Divirta-se o mais que puder neste Natal pois para si pode ser o ultimo sem a companhia de homens grandes vestidos de branco numa casa de muros altos; Pelo sim, pelo não mantenha à mão o numero do seu psiquiatra.
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quinta-feira, dezembro 02, 2010
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quarta-feira, dezembro 01, 2010
Remodelação Renovação Governamental
Numa altura em que tanto se fala de “renovação governativa” , como se fosse possível renovar um desgoverno, eis algumas sugestões (In-Provaveis).
Eles não foram organizados por ordem alfabética ou hierárquica propositadamente, a fim de não causar susceptibilidades ou outros eczemas político-partidários. Desde já pedimos desculpa se, por acaso, nos esquecemos de algum nome que o povo considere imprescindível. De qualquer modo, continuamos abertos ao diálogo e o nosso telefone é o do costume.
Primeiros-ministros (ex-aequo): Cristiano Ronaldo, Herman José, Bruno Nogueira
Segundos ministros, também ex-aequo: Freitas do Amaral ou, em alternativa, Freitas do Amaral e alguém dos “IDOLOS”.
Secretário de Estado para as relações com a China: Francisco Pinto BalseMAO Tsé-Tung.
Secretário de Estado para as relações com os restantes países asiáticos: Macário CORrEIA DO SUL.
Ministro das Arrumações e Arquivos exteriores: arMÁRIO Soares.
Ministro das Espécies Cinegéticas Não Migratórias: Dulce Pardal.
Ministro da Desinformação: José Paulo BALDAia
Secretário de Estado das Aves Costeiras: Pinto da Costa
Ministro das Espécies Cinegéticas Saltadoras: Jorge Coelho.
Ministra da Hipertensão Arterial: Rita SALgado.
Ministro da Agricultura Biológia: Basílio Horta.
Secretário de Estado da Comunicação Social à Martelada: MARTELO Rebelo de Sousa.
Secretário de Estado da Lacunas: Jorge Lacão.
Ministro das Florestas: Proença DO Carvalho
Secretário de Estado dos Recintos Ajardinados: Alberto João Jardim.
Secretário de Estado dos Correios e Telecomunicações: José Carlos de Vais Com Selos
Secretário de Estado dos Derivados da Carne de Porco: Jorge SamPAIO.
Secretário de Estado da Pintura MURRAL: Sá Pinto.
Secretário de Estado das Especiarias e Temperos: João Cravinho
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quarta-feira, dezembro 01, 2010
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quarta-feira, novembro 24, 2010
Para quê?
Ter telémovel com camera fotográfica que também filma com HD: que transmite as fotos para qualquer lugar do mundo enquanto usa o msn para falar com amigos. Também pode escrever e ler o twitter, encontrar e ser encontrado por amigos (que nunca conheceu) no Hi5 e fazer parte de “grupos” que nunca se encontraram ou encontram.
Pode navegar na net quase como qualquer LapTop e escrever no Blog. Pode consultar o E-mail pessoal ou o de trabalho receber, lêr ou enviar relatórios e mandar imprimir documentos numa impressora a quilómetros de distância. Guia-nos pelas ruas, estradas e avenidas e diz sempre em que desconhecido lugar nos encontramos. Serve de gravador de mensagens e lembretes, armazena música, videos e também pode dizer o tempo previsto para Nova York ou as horas de Ancara; serve para ver filmes e fotos dos primos que vivem no Rio de Janeiro à medida que são tiradas em Copacabana. Avisa dos golos da equipa favorita mal entram nas balizas e os resultados do Euromilhões e da NBA.
Desperta para acordar, avisa da hora dos comprimidos para o stress, armazena a lista de supermercado, as datas de aniversário de toda a gente e grava reuniões. Além disso reenvia chamadas, filtra-as e tem mil e dois jogos para matar o tempo enquanto o tempo nos mata.
Ter um destes e não saber escalfar um ovo ou aparafusar um parafuso. Não ter um pingo de humanidade ou de consideração pelo semelhante. Não gostar do ar puro campestre, das folhas amarelecidas dos parques. Não ter tempo para nada nem paciência para crianças.
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quarta-feira, novembro 24, 2010
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segunda-feira, novembro 22, 2010
Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Mediática
Para quem tiver paciência para ler com olhos de ler e procurar semelhanças com a actual situação nacional e internacional!
Avram Noam Chomsky
Linguista, filósofo, activista, autor e analista político.
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o povo de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área das ciências, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à quinta como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado "problema-reacção-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reacção no público, a fim de que este tenha a percepção que participou nas medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público exija novas leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou ainda: criar uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, durante anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconómicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários baixíssimos, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é aplicado imediatamente. Segundo, porque o público - a massa - tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá vir a ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO SE DE CRIANÇAS SE TRATASSEM
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos da debilidade mental, como se cada espectador fosse uma criança de idade reduzida ou um deficiente mental. Quanto mais se pretende enganar ao espectador, mais se tende a adoptar um tom infantilizante. Porquê? "Se você se dirigir a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a dar uma resposta ou reacção também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
6- UTILIZAR MUITO MAIS O ASPECTO EMOCIONAL DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do discurso emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e pôr fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para incutir ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de eliminar (ver 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover no público a ideia de que é moda o facto de se ser estúpido, vulgar e inculto...
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência da sua inteligência, de suas capacidades, ou do seu esforço. Assim, ao invés de revoltar-se contra o sistema económico, o indivíduo autocritica-se e culpabiliza-se, o que gera um estado depressivo, do qual um dos seus efeitosmais comuns é a inibição da acção. E, sem acção, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No decorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado um crescente afastamento entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos sobre si próprios.
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segunda-feira, novembro 22, 2010
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terça-feira, novembro 16, 2010
Um desafio do Facebook
"Em Novembro, mudem a vossa imagem de perfil por uma imagem de banda desenhada, desenhos animados, ou bonecos da vossa infância e convidem os vossos amigos a fazer o mesmo. O objectivo do jogo? Não ver nenhuma cara no "facebook" mas uma verdadeira invasão de... lembranças de infância. Embora lá:)"
Corre pelo “facebook” um interessante “desafio” que consiste em alterar a fotografia do perfil substituindo-a por uma imagem de um personagem de ficção favorito ou (penso EU) empático connosco.
Escolhi este.
Não apenas pela semelhança física actual, pela sua capacidade linguística pela sua capacidade de dizer em 30 palavrões o que o “vulgo” diria em 300 frases e sobretudo pelo Vice-versa!
O velho Capitão… algo trapalhão, por circunstâncias que não dependem dele mesmo. Decisivo em momentos que são decisivos. Corajoso em circunstâncias acidentais e acidental em circunstâncias decisivas é sempre resoluto, mal entendido, sobrevivente acidental, herói acidental, confiável, auto-elogioso mas reconhecido pelos “seus”!
Fraco e forte consoante as circunstância e os momentos… ele é o verdadeiro herói incompreendido.. o anti-herói, a série “B” dos grandes heróis clássicos da BD no tempo em que os anti-heróis não existiam ainda porque ninguém os tinha inventado.
O Capitão Haddock é um fraco homem que é forte e um homem forte que consegue ser forte sendo muitas vezes tão fraco como risível!
ELE poderia ser EU e ... vice-versa, ou o seu oposto!
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terça-feira, novembro 16, 2010
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sexta-feira, novembro 12, 2010
segunda-feira, setembro 13, 2010
Despertares
A minha amiga "Papel" de 16 anos morreu ontem na minha ausencia mas na minha cama. Era quase cega e foi uma mãe dedicada uma, irmã atenta, uma companheira em todos os momentos.
Agora sim.. vivo realmente sozinho! Fazes-me falta Papel.
-Abriu primeiro o olho direito e depois o esquerdo com esforço considerável. Esticou-se lenta e preguiçosamente, delicadamente como uma flor que abre as pétalas ao sol primaveril. Era a elegância dos gestos, a lentidão quase pensada, com que esticava cada um dos membros e com que tacteava com os dedos alongados, o sofá em que adormecera. Olhou em volta e abriu a boca no seu ritual de acordar, leeeenntameeeente e bocejou.
-Parou apenas um momento e respirou profundamente. Era como se visse o mundo pela primeira vez. Como se a cada despertar tudo fosse novo, diferente e belo para si. A cada despertar uma vida nova dentro de um dia novo. Olhou o sol lá fora, invernoso e pálido, mas brilhante e quente e desejou-o acima de todas as coisas. Desejou deitar-se sob ele e absorver-lhe com a pele o brilho e o calor e ficar assim para sempre nessa indolência sem pecado.
-Reparou com especial atenção no movimento de um pequeno ramo que oscilava para lá da cortina da janela e projectava a sua sombra. Recordou-se de outros despertares, de outros ramos ondulantes e vagamente de acordar com companhia ali a seu lado. Sentiu uma saudade indescritível.
-Desceu até ao chão que pisou mansamente com passos decididos e silenciosos como se dançasse uma complicada coreografia mil vezes ensaiada. Sentou-se no chão tépido, aquecido pelo sol da manhã e gozou a sensação. Começou então, devagar, a lamber as patas e depois o resto do pelo.
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segunda-feira, setembro 13, 2010
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quarta-feira, setembro 08, 2010
Norte, Centro, Sul… O MEU País!!!
O meu País não tem nem Norte nem Sul nem Centro.. tem um centro que é deslocado, um sul talvez exagerado
e um Norte perfeitamente desnorteado ao ponto de querer ser o Norte que já é!
Nem me movimento, nem me partidarizo! por pedaços do MEU PAÍS!
(I´m back) ao In-Provavel
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quarta-feira, setembro 08, 2010
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segunda-feira, agosto 02, 2010
O ANALFABETO POLÍTICO
O ANALFABETO POLÍTICO
O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não ...fala,
Nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe o custo da vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha,
Do aluguel, do sapato e do remédio
Dependem das decisões políticas.
O analfabeto político
É tão burro que se orgulha
E estufa o peito dizendo
Que odeia a política.
Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
Nasce a prostituta, o menor abandonado,
E o pior de todos os bandidos,
Que é o político vigarista,
Pilantra, corrupto e lacaio
Das empresas nacionais e multinacionais.
Bertold Brecht
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segunda-feira, agosto 02, 2010
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domingo, agosto 01, 2010
JUSTIÇA
Cada vez mais a nossa "Justiça" não é apenas cega como deveria ser; é lenta, inoperante, estúpida, suspeita e injusta.
Os agentes que a deveriam aplicar perdem-se em considerações inúteis e mal... explicadas; corporativismos e mesquinhices pessoais.
Desbarata-se tempo em questões técnico-processuais e as prescrições são o "fel-nosso-de-cada-dia".
Cada vez mais menos gente confia na Justiça que temos (ou não temos).
Cada vez mais parece existirem 2 pesos e duas medidas. Nenhum suspeito poderoso chega a arguido e nunca se observam condenações de "poderosos".
A JUSTIÇA enjoa, enoja e enfarta e o governo assiste, os partidos aplaudem, os magistrados guerrilham e o POVINHO sofre INJUSTAmente!
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domingo, agosto 01, 2010
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quarta-feira, julho 28, 2010
“flexibilização”
Portugal encontra-se em plena marcha de Modernidade em direcção ao Séc. XIX e isso poderia ser assustador se alguém notasse.
Aprendemos com alguma “esquerda” que não devemos esperar “presentes” de qualquer espécie por parte do “Capital”.
Este apenas funciona segundo a sua própria lógica de sobrevivência; tem como única moral o lucro; e transforma a sua esfera de acção em algo semelhante a uma “selva” onde os animais mais cruéis são mais cruéis do que os animais da selva real.
Invocando a CRISE que ele próprio gerou por incapacidade própria, gula financeira e ambição desmedida, ei-lo a retomar as rédeas do TRABALHO reconquistando de uma vez só, tudo o que perdera durante dois séculos de progressos sociais, sindicais e politico-económicos.
A ameaça real do desemprego retirou toda a força a quem trabalha e deu-a a quem emprega.
Já não há protesto audível ou levado a sério.
Já não há DIREITO inalienável.
A “flexibilização” do emprego apenas significa maior dependência de quem trabalha em relação a quem emprega. Ser empregador passa a significar deter um poder extraordinário com que se decide quem (e que famílias) sobrevivem razando o limiar da POBREZA mas abaixo do nível da DIGNIDADE.
Se for proposto e votado será um voto contra os mais fracos e os mais fracos neste nosso país somos aqueles que trabalhamos.
Os mais fracos são a grande maioria dos portugueses que ainda não entendeu ser forte por ter a inteligência fraca, a participação preguiçosa, a consciência social demasiado vaidosa e a mania de falar sem saber e ouvir sem entender pensando que entende.
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segunda-feira, julho 26, 2010
Não gosto de multidões!
Uma multidão é o melhor exemplo para destruir a frase “muitas cabeças pensam melhor do que uma”. Muitas cabeças juntas deixam de pensar ou pior… tornam-se irracionais, estupidificam, animalizam-se e não podem ser controladas sem recurso a um nível de violência semelhante ou superior àquele que elas próprias produzem.
Um ser pensante, um humano pacato e civilizado perde os traços de civismo e pacatez quando em companhia numerosa. Um zé ninguém que nunca sequer ousou tossir em voz alta é capaz de gritar berros e berrar gritarias. Um boçal, um estúpido, um cretino pode ter um público que o oiça e lhe aprecie a cretinice.
Uma multidão apenas se reúne por uma de duas razões: para apoiar ou para protestar. Em qualquer dos casos pode passar de uma razão a outra com a rapidez de um raio e atirar pedras ao que apoiava ou aplaudir o anterior objecto de protesto.
Não sofro de Enochlophobia (medo das multidões) mas não aprecio a companhia de multidões mais do que aquilo que aprecio o odor a suor em grandes variedades, quantidades e concentrações; o ruído de vozes e as gritarias sem sentido; os empurrões e pisadelas ou a sensação de fazer parte de um grupo cuja companhia dispenso com prazer e cujos objectivos comuns não me interessam absolutamente.
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quinta-feira, julho 15, 2010
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sábado, julho 10, 2010
Medo de voar
Medo de voar.
Sempre achei esta expressão interessante pela insensatez que encerra. Ter medo de voar é para mim o mesmo que ter medo de respirar debaixo de água ou medo de tomar banho em gasolina inflamada. Por outro lado, também é semelhante a ter medo de andar de autocarro, comboio, ou metro.
As fobias e nem sempre se trata de uma fobia… são interessantes e confesso que tenho eu mesmo uma ou duas que muito estimo e respeito enquanto elas me tratarem do mesmo modo. O medo, não o medo fóbico, faz parte da vida de todos e contribui para a nossa preservação e sobrevivência. Recordo uma história que me contaram que ilustra bem a questão:
“Dois homens primitivos atravessavam parte de uma savana. Um era medroso e o outro ignorava o medo. De repente ao ouvirem um rosnar entre a erva alta pararam e reagiram de modo diferente. O corajoso prossegui caminho e o que conhecia o medo correu na direcção oposta ao rugido procurando refúgio numas árvores próximas. Era um leão que rosnava e que se banqueteou com o “corajoso”. O que fugiu para as árvores… era o nosso antepassado e é ao seu medo que devemos o facto de existirmos hoje.”
Voltando ao medo de voar… nunca tive oportunidade de o conhecer pois que sempre que entrei num avião estava mais preocupado com os malefícios da “comida” de bordo, com a impossibilidade de fumar, com o palerma que a meu lado não se calava um minuto, com a estúpida criança atrás de mim que pontapeava o meu lugar ou com a hospedeira que apenas parecia mostrar interesse profissional por mim.
Já vi pessoas adultas a comportarem-se como autênticas criancinhas assustadas e/ou mal educadas, tremendo, soluçando, assobiando e tomando comprimidos como quem respira. Já assisti a dois ataques de pânico (um dos quais prontamente acalmado à chapada por outro passageiro) e a uma crise de histeria por parte de uma funcionária de bordo. Já enfrentei um ébrio a bordo mas já observei vários bêbados; a diferença é que o ébrio era educado.
Já soube de quem tenha passado duas semanas em estado miserável sem comer nem dormir antes de embarcar e que adormeceu como um bébé durante o todo o voo. Já me deixaram marcas negras num dos braços; já me impediram de ler e de dormir. Apesar de tudo nunca entendi este “medo de voar”.
Já pouco ou nada me admira, sobretudo quando se espera da parte do passageiro um comportamento civilizado e o entalam como se ele fosse uma sardinha de lata apenas por se tratar de um “Low Cost”.
O avião é sem dúvida (estatística pelo menos) o mais seguro dos meios de transporte. Garante mais conforto, rapidez e vistas bonitas do que outro qualquer meio de transporte e no entanto ainda há quem se recuse a sentar-se no lugar nº 13 como se em caso de acidente o impacto dos lugares nº14 e nº12 fossem atenuados.
-Voar não é perigoso. As quedas de aviões sim.
-A probabilidade de sobrevivência é inversamente inversa ao ângulo de chegada. Quanto maior este Ângulo menor a probabilidade de sobrevivência e vice-versa.
-É sempre melhor estar cá em baixo a desejar estar lá em cima do que lá em cima a desejar estar cá em baixo.
-Os levantamentos são opcionais; As aterragens são obrigatórias.
-Em pilotagem aprende-se muito com os erros dos outros. Com os próprios erros não costuma haver muito tempo.
-O melhor dos pilotos é aquele que iguala o número das descolagens com o número de aterragens.
-As hipóteses de haver uma bomba a bordo de um avião são de mais de um milhão para uma. Essa é a hipótese que todos ficamos a conhecer.
-Há mais turbulência provocada por pilotos com café a mais do que por causas atmosféricas.
-A única altura em que há demasiado combustível num avião é na eminência de um incêndio.
-Há mais aviões no fundo do mar do que submarinos no céu.
-Se num bimotor falhar um dos motores o restante tem sempre capacidade de levar o avião até ao local da queda.
-A única semelhança entre um controlador de tráfego aéreo e um piloto é esta:
Se um piloto faz asneira o piloto morre; se um controlador faz asneira o piloto morre.
-As previsões meteorológicas para a aviação comercial são horóscopos com números.
-Conselho dado ao pilotos da RAF durante a II Guerra Mundial:
“Se um despenhamento no solo for inevitável escolham sempre o objecto mais barato, menos habitado e menos sólido. Façam-no do modo mais suave e mais lento que vos for possível.
-Nos aviões a hélice, o propósito destas era manter o piloto fresco. A comprova-lo está o facto de que mal elas parassem de girar os pilotos começavam a suar.
-Jamais alguém deixou de regressar ao chão.
-Antigamente o sexo era seguro e voar era perigoso.
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sábado, julho 10, 2010
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