sábado, dezembro 13, 2008

AUMENTO DE PREÇOS DESDE 1974

 

POBREZA

 

 

 

AUMENTO DE PREÇOS PORTUGAL DESDE 1974 (EM EUROS)

_____________________________

 

Produtos

Preços 1974/€)

Preços 2008(€)

Aumentou x vezes

Lexívia

0,05

0,6

12

Ordenado médio mensal

17,25

840

14

Sabonete

0,06

1,5

25

Sapatos

1

30

30

Litro de gasolina

0,0375

1,47

39

Kg de batatas

0,0075

0,3

40

Carro, cat B, cilindrada média

300

16.000

53

Gravata

0,175

10

57

Bica

0,01

0,6

60

Camisa

0,5

30

60

Bandeirada de táxi

0,02

1,25

62

Carcaça

0,002

0,15

75

Cerveja (33cl)

0,0075

0,6

80

Leite (litro)

0,01

0,9

90

Kg de uvas

0,025

2,5

100

Pente

0,005

0,5

100

Arrendamento T2 em Benfica (Lisboa)

5

550

110

Litro de vinho

0,0125

1,5

120

Bolo

0,005

0,6

120

Sandes queijo ou fiambre

0,0125

1,5

120

Bilhete de cinema

0,0375

5,5

146

Fato por medida

1,75

300

171

Bilhete eléctrico

0,0075

1,35

180

Entrada museu

0,025

5

200

Litro de azeite

0,02

4,1

205

Jornal diário

0,005

1,25

250

Pasta dentífrica

0,0075

2

266

Corte de cabelo e barba

0,0375

10

266

Consulta médico particular

0,25

75

300

Bilhete jogo futebol 1ª Divisão

0,025

25

 

 

Foi-me enviado por e-mail mas todas as tentativas de confirmar a sua origem foram inúteis. As que fiz para confirmar a sua correcção revelaram uma aproximação bastante exacta, daí acreditar na sua veracidade.

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Sugestão de Presente de um Natal Presente

Fernando Nobre (AMI) - Livro

 

A apresentação foi AQUI:

Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt
BLOGUE: http//www.clubeliterariodoporto.blogspot.com

Para quem não conhece o autor:

image

Fernando Nobre é o rosto da AMI - Assistência Médica Internacional, organização que fundou e a que actualmente preside. Desde 1984 que a AMI se tornou o centro da sua vida, roubando-lhe o tempo mas enchendo-lhe a alma.

(Cristina Casaleiro / Manuela Sousa Guerreiro)

EU gosto da pessoa, da obra e do livro!

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Notícias de Última Hora

ÚLTIMA HORA




ÚLTIMA HORA!!!!

________________________________________

-Cerca das 12:45 o Ministro da Defesa gritou: “Ao ataque!” Foi então que teve início o almoço de Natal do Governo!

-O Ministro da Agricultura e Pescas acaba de anunciar em conferência de imprensa que existe uma crise no sector dos tomates e que o governo nada pode fazer uma vez que não os possui!

-Foi confirmado pela PSP, na pessoa do seu Comandante Distrital que o indivíduo loiro, nu e cheio de palhinhas que ontem ao fim da tarde foi detido ao passear na baixa da capital não é afinal o menino Jesus.



sábado, dezembro 06, 2008

Cartas dos Leitores - 2008

 

Reproduzo aqui alguns dos comentários de pessoas mais ou menos famosas e mais menos importantes que me foram   chegando de diversas proveniências acerca do In-Provavel!

A todos/as o meu muito desobrigado!

Untitled - 21

“Este Blog é um dos que divide as águas da razão e da falta dela”

Moisés Revista de Estudos Bíblicos

Untitled - 20

“Adoro o formato deste Blog. É redondo e muuuuito comprido.”

Cicciolina – “Boletim Anal de Jovens Escritores”

Untitled - 19 

“Leio este blog desde o princípio”

Adão – Revista “Ab Initium”

Untitled - 7 

“Gostava de o ter na minha colecção. Fuck! Se o estado pagasse.”

Jo Berardo “Fortune” (Special issue “Madeira fortunes”)

 

Untitled - 18 

“Gosto tanto que parece ter sido plagiado de um plágio meu!”

Clara Pinto Correia – “Te New Yorker Plágio Review”

Untitled - 17

“Igualzinho ao que eu tinha no meu portátil que foi roubado.”

Miguel Sousa Tavares – “LJ” e TVI

Untitled - 15

“Depois de ser avaliado pelo único método que existe (o meu) posso concluir que gosto!”

Maria de Lurdes Rodrigues – “Relatório da OCDE”

Untitled - 23

“Já comi muita gája à custa do que aqui tenho lido!”

Zézé Camarinha – “Foi assim que aprendi a falar englês”

Untitled - 16

“Eu também já comi!”

Kabunga Mugambo Ayalá – “The Canibal Review of Blogs”

Untitled - 5

“Não conheço esse blog que leio diáriamente de lado nenhum!”

Jorge Nuno Pinto da Costa – in “Criolina”

Untitled - 4

“Bem… devo dizer que gosto bem mais quando o leio e o vejo no meu Magalhães privado do que nessas porcarias que existem nos meus Ministérios”

José Socrates – “Orçamento Geral do mau Estado- 2008/2009”

Untitled - 14

“ Eu nem sabia que o In-Provavel existia! A culpa não era nem minha nem do Banco de Portugal, foi ele que não nos informou que existia!”

Vitor Constâcio – in: “Relatório Anual do Banco de Portugal”

Untitled - 13

“Leio sempre cada post quatro vezes! Alguns até já consigo entender”

Lili Caneçasin “Os blogs qu’eu AMO”

Untitled - 12

“Gosto muito. Sobretudo porque é In-provavel que me processe por alguma dívida.”

Vale e Azevedo (declaração feita desde Londres)

Untitled - 10

“In-Provavel??? Un real defensor de los derechos humanos como misted…. (e mais três horas de paleio)”

Fidel Castro in: “Crónicas de Uma Morte Lenta”

Untitled - 9

“Deste Blog nunca me divorciarei por ser tão bem administrado!”

José Oliveira e Costa – “Manual das Boas Prácticas Bancárias”

Untitled - 2

“Este blog é uma droga! Gosto muito.”

Maradona – in “Metadona: uma Biografia Autorizada”

BOLAS! ...de Natal

bola de natal - bolas natal

NATAL

________________________________________

Os enormes pavilhões já se encontram cheios de perus a engordar para o abate que se aproxima.

A gente do costume que percorre sem cessar as ruas da baixa (de todas as baixas) é mais do a do costume. Há gente a olhar as montras de cada loja, uns de mãos nos bolsos a agarrar a carteira ou a esconde-las do frio da época, outro segurando sacos de papel colorido com quase nada dentro.

As confeitarias exibem a sua enorme colecção de doces de ovos, queijadas, bolas de Berlim, eclairs e duchaises com o melhor chantilliy do mundo. O Bolo-rei de mil formas e fórmas, com frutas e sem elas, estragado, quadrado, enrolado, com e sem orifício central e tudo o mais que as modernices trouxeram ao velho bolo natalino. Também há o italiano Panetone. Há o Pão-de-ló que antes era Pascal e que agora se come todo ano, com e sem doce de ovos, com chá e com uma enorme falta dele.

As mercearias mais e menos finas têm tudo à vista para chamar a atenção do cliente potencial: O bacalhau, o litão e o polvo secos; Os queijos da serra, de Niza, de S. Jorge, de Serpa, de Azeitão, o Rabaçal, o de cabra, o flamengo, o de ovelha churra, que das ovelhas é o melhor; Os Brie, Gruyère, Bondon, Camembert, Roquefort. Latas de mil cores com bolachas sortidas embrulhadas em papel de prata. Barras de chocolates e bom-bons de todas as formas, feitios e sabores. Todos requintados, todos “estrangeiros”. Também é possível encontrar, se se quiser, latas de caviar russo e iraniano, foie gras de Estrasburgo, presuntos de Espanha e de York, salmão nórdico e arrenque.

As bebidas enfileiradas nas prateleiras mostram os rótulos dizendo Licor, Aguardente Velha e nova, Cognac, Porto ou Port, wisky, Brandy, Vodka, Gin.. muito gin com e sem água tónica; Gargalos de ouro e prata do Espumante e Champagne, do vinho Tinto e Verde, do Branco e Maduro.

Há os frascos de doces de frutas, de mel, de compotas e geleias; Há marmelada e goiabada, as latas de alperce, pêssego, ananás e cerejas em calda.

Não há porta de prédio sem pinheiro de plástico e não há montra sem Pai Natal ou Happy Christmas.

As lojas de brinquedos exibem as novidades electrónicas, os jogos de todos os desportos e as bonecas que hoje têm casas com cortinados, mesas de maquilhagem, meias de seda, perfumes, escovas e cabelos que mudam de cor. As bonecas têm carros, namorados, ilhas de paraíso e bandas de rock. Antigamente, as bonecas ensinavam as meninas a serem mães, hoje ensinam-nas a serem cocotes.

O Natal é por excelência a altura de mudar de telemóvel e as lojas todas estão cheias de gente a consultar tarifas, prestações suaves e planos de carregamento. Telemóveis para adultos, para jovens, crianças e idosos. Telemóveis com e sem tudo, telemóveis a que apenas falta falar.

Os animais também se vendem: o cachorro para o filho, o gato para a sobrinha a tartaruga e a caturra ou iguana para o amigo exótico e imbecil que não distingue um elefante de uma girafa. Todos com afecto, carinho e uma vida familiar prometida pelo menos às férias de Verão. Depois logo se vê!

Nas ruas… os mesmo ecos e melodias de sempre: o habitual Frank Sinatra, o Coro dos pequenos cantores de qualquer lado, o mesmo Bing Crosby e os Wham dos natais passados. “Last Christmas, I give you my hearth the very next day you give it away…”

Nas ruas os mesmo gritos de compre aqui, compre mais barato, leve dois, compre e vote. Vote em mim que eu é sei! Eu cumpri!... e é mentira!

Depois da meia-noite, os corpos aparecem nos cobertores em vãos de escada como nos 364 dias do costume; Nas portas das lojas, nos abrigos sofríveis do vento gélido novembrista e dezembreiro. Os reformados contam os tostões e tricotam as pegas que hão-de dar de presente aos netos que já não vêm à meses!

O Menino Jesus já não mora aqui. Mudou-se para um T-5 na Foz ou na Lapa com condomínio fechado e segurança 24 horas. Tem um berço com palha anti-alérgica, temperatura controlada e que vibra para maior conforto pessoal. A vaca e o Burrinho são meras projecções holográficas. O S. José está numa reunião do Conselho de Administração do Banco Privado e a Nossa Senhora só chega depois das 20:00 horas por ter relatórios inadiáveis a fazer.

Resta apenas a “Ama” Ucraniana (com curso superior de púericultura e doutoramento em Koisogrado) que de Natal não entende nada mas que adora a criança!

“É a vida!” Já dizia o “outro” de má memória e excelente cargo internacional!

É uma trampa! Digo eu que não gosto de dizer MERDA!

É NATAL dizemos todos!

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Inverno














Nevoeiro no Porto












Neve em Bragança

quinta-feira, novembro 27, 2008

O Bloco de Esquerda é um partido diferente ?

























José (o "Zé") Sá Fernandes
__________________________________________

O Bloco de Esquerda retirou-lhe a "confiança politica".
Estranho, eu nunca o achei confiável!
Era de esperar.
Afinal este é um sinal, mais que evidente, de que aquilo que marca a diferença entre o BE e os restantes partidos é : ABSOLUTAMENTE NADA!
Na altura da tomada de posse deste executivo camarário chamei-lhe um "saco de gatos"... afinal sempre era.

(Ver AQUI)

sábado, novembro 22, 2008

Curso de Escrita Criativa - GRÁTIS

Curso de Escrita Gratuito -  In-provavel

 

 

Aprenda a ser um "Escritor/a" em seis passos ou: Escrever bem em seis lições

_______________________________

Primeiro passo: Adiar.

-Quando finalmente tomamos a decisão de escrever acerca daquela ideia fabulosa que nos chegou de repente de algures desconhecidos e sem avisar que vinha, entramos na primeira fase da escrita criativa e que vulgarmente se traduz por um ou vários destes pensamentos:

“Amanhã sem falta vou escrever acerca disto.”

“Ainda não estou suficientemente inspirado.”

“Preciso fazer mais alguma pesquisa sobre o assunto.”

“Agora não tenho tempo suficiente para escrever.”

“Bolas! Tenho o arroz a queimar.”

-Quando estas frases estiverem tão intimamente ligadas ao seu modo de pensar que lhe saiam tão naturalmente como o acto de respirar então estará preparado para o segundo passo.

Segundo passo: Folha em branco ou cursor a piscar.

-Senta-se frente ao monitor ou a uma folha em branco sem ter ainda a mais ínfima ideia acerca do que realmente irá fazer. Toma três cafés, vai ao frigorífico buscar duas cervejas ou um pacote de bolachas de chocolate; Bebeu umas, comeu as outras e constata que está no mesmo preciso ponto em que estava 2 horas atrás quando olhou pela primeira vez a ponta da esferográfica ou o cursor a piscar. Toma a férrea decisão de que irá colocar em palavras aquele pensamento que lhe inspirou toda esta vontade de escrever.

-Depois de mais uma hora em que escreveu cinco frases idiotas e mal construídas com que não dizia nada e as apagou vezes sem conta está pronto para o passo que se segue.

Terceiro passo: Sentimento de Culpa.

-Por esta altura (se tiver feito tudo correctamente) deve estar a interrogar-se sobre a sua capacidade para escrever algo mais do que recados em POST IT’s para colar na porta do frigorífico. A sua paixão pela escrita desapareceu e levou com ela o amor pela leitura e a vontade de escrever o quem quer que seja. --É facil reconhecer o estado de espírito correspondente a esta fase, basta estar atento ao desejo de fazer qualquer coisa que não seja escrever. Quando então tiver decidido firmemente que não voltará a escrever uma só linha acerca de coisa alguma começa a nova fase.

Quarto passo: Esquecer.

-Deita for a a ultima folha que sujou com frases desconexas, despeja o cesto dos papéis e desliga com um pontapé o computador. Sai de casa e vai ver o futebol para o café ou , no caso de ser um ente feminino, liga à sua melhor amiga/o e aborrece-a/o de morte com queixas acerca do mundo e pensamentos negativos. O tempo que este passo demorará irá variar consoante a intensidade da sua vontade ou sua inabilidade para manter as suas decisões firmes que toma.

Quinto passo: Escrever.

-Por esta altura terá preparado uma espécie de resumo ou esquiço daquilo que realmente pensa que deseja escrever. Isto pode levar-lhe entre uma hora ou varios dias; Conheço até casos em que se passaram anos e ainda hão passar alguns mais.

-Agora todos os medos e ansiedades parecem ter-se dissipado; a sua decisão é firme e inabalável como sempre foram inabaláveis todas as decisões anteriores que não levou até ao fim. Congratule-se com essa atitude, sinta-se orgulhoso de si e sente-se para escrever.

-Olhe firmemente a folha em branco ou o cursor a piscar e escreva uma frase. Leia-a com orgulho e atenção, corrija a pontuação e volte a lê-la. Está pronto para o último passo.

Último passo:

-Apague a frase que escreveu e tente de novo.

-Releia o primeiro passo ou em alternativa escreva um Post idiota como este no seu blog. Faça dele um email e envie-o a todos os palermas cujo endreço possui e que sempre desejaram ser escritores.

quarta-feira, novembro 19, 2008

Manuela Ferreira Leite e Alberto Martins












Estou farto do “politicamente correcto”

__________________________


A expressão bem como a ideia chega-nos dos EUA e nós como bons e perfeitos idiotas tratámos logo de adoptar ambas pensando que assim nos tornaríamos mais civilizados ou pelo menos, algo civilizados.

A ideia inicial era a de eliminar expressões discriminatórias, pejorativas, racistas e sexistas do discurso político e do discurso habitual. Era suposto que esta prática uniformizasse o modo de expressão e não criasse atritos ou mal entendidos de que resultassem conflitos sociais ou outros

Daí a que tal prática se tornasse uma obsessão de intelectuais exacerbados e “palermas militantes” em buscas de causas foi um ápice. Assumidos no papel de defensores incansáveis de tudo e de todos, pugnaram (e ainda pugnam) pela limitação da expressão; pela ocultação dos problemas através do emprego de expressões inócuas; pela ocultação eufemística da intolerância e tornaram-se eles mesmos intolerantes!


O politicamente correcto tem-se vindo a tornar em autentico espírito de “carneirada”, com que os seus adeptos tentam agradar a gregos e troianos. Limitam-nos com ele o uso de expressões idiomáticas, de ditos populares e provérbios, de expressões clássicas e imagine-se, até do humor! É bem interessante observar que são aqueles que mais contestam “o sistema” (todos os sistemas) quem tenta impor este outro sistema de modo sistemático. Gritam quando ouvem a palavra negro, berram quando se censura um emigrante, sopram e bufam sempre que se faz um gracejo ou se conta uma anedota acerca de um surdo ou de um manco.

Tornaram-se os puritanos do anti-puritanismo. Os censores da censura que eles censuram. Os sensíveis em cuja personalidade só existe sensibilidade para si próprios, para as suas causas e para os seus objectivos quase sempre pouco claros.

Vem isto a propósito das declarações de Manuela Ferreira Leite. Só quem não ouviu atentamente e na íntegra aquilo que ela disse se prestou a vir à praça comentar com maus fígados e pior bílis, o que não passaria de um gracejo, bem ilustrado e pleno de oportunidade dentro do contexto em que foi proferido.




Alberto Martins assumindo o papel de militante do partido no poder, apressou-se a tecer censuras e tal como uma falsa virgem falsamente violada a gritar a plenos pulmões “Aqui há del rei” . Isto em defesa da Democracia que o seu partido tanto tem mal tratado no que toca ao progresso e igualdades sociais.


Entendo que a situação lhe exigia a criação de falsos factos políticos que desviassem os olhares e as polémicas dos disparates dos membros do governo. Poder-se-ia até dizer que se trata de “politica” mas “politica” não é nada do que ele quis fazer. E “politica” não é nada disto apenas por presumir que se exerça com integridade e honestidade, intelectual e da outra.


Revelou (tal como os que lhe foram a reboque) que para caceteiro falta-lhe o pau; Para virgem violada falta-lhe sê-lo e que para lambe-botas lhe não falta nada!