1950 “Até ao fim dos tempos!”
1960 “Até que a morte nos separe!”
1970 “Até que o Amor termine!”
1980 “Enquanto a coisa der!”
1990 “Quem sabe, não é?
2000 “Amor? Que é isso?”
1950 “Até ao fim dos tempos!”
1960 “Até que a morte nos separe!”
1970 “Até que o Amor termine!”
1980 “Enquanto a coisa der!”
1990 “Quem sabe, não é?
2000 “Amor? Que é isso?”
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sexta-feira, agosto 17, 2007
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-Será a esperança algo que devemos aplicar diariamente como se fosse um desodorizante que nos livre do suor da descrença e da desesperança; ou como um after-shave/after-desilusão?
-Será que a nossa hormona produtora de esperança ainda é capaz de produzir diáriamente a quatidade necessária dessa substancia, depois que descobrirmos que nem a Fé nem o Amor movem montanhas e que o TNT é um exagero?
-
Hope
Hope is the thing with feathers That perches in the soul, And sings the
tune--without the words, And never stops at all,
And sweetest in the gale is
heard; And sore must be the storm That could abash the little bird That kept so
many warm.
I've heard it in the chillest land, And on the strangest sea;
Yet, never, in extremity, It asked a crumb of me
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quarta-feira, agosto 15, 2007
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domingo, agosto 12, 2007
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Caso I
-Diálogo IN-PROVAVEL entre dois amigos sendo um deles médico e amigo do outro.
-A acção passa-se no consultório do médico.
-Então, como estás? Vieste de visita ou para uma consulta?
-Nem uma coisa nem outra. Vim para que me declares doido!
-Como?
-Ouviste muito bem! D-O-I-D-O!
-Mas… tu estás maluco ou quê?
-Também pode ser, mas pessoalmente prefiro o termo “doido”. É mais… sonante, mais vulgar, mais reconhecível.
-Mas a que propósito te veio isso à cabeça?
-Precisamente por achar que estou doido e que mereço ser considerado como tal.
-Isso não funciona assim. São precisos exames específicos, análises comportamentais relatórios detalhados, um processo complicado e além disso tu não estás doido!
-E como é que tu sabes que não estou?
-Simples: Uma pessoa fora do seu juízo não admite estar doido, bem antes pelo contrário. Excepto talvez…
-Excepto talvez no caso de estar mesmo muito, muito doido. Como é o caso.
-Ora…, eu conheço-te bem!
-Aí está! Quantas vezes não disseste já, que eu sou meio maluco?
-Ora, uma cambada de malucos é o que eles são, aliás, somos.
-Pois, vocês são malucos e eu sou doido!
-Como já te disse, quem não está de posse de todas as suas capacidades mentais ou sofre de uma alteração do seu método habitual de pensar, agir e sentir não admite que se encontra nessa situação e necessita de tratamento.
-Ou seja: se estiver doido, sentir que estou doido, se tiver a certeza de que estou doido e disser que estou doido, sou considerado são. Se estiver são e alguém me considerar doido, sou doido e tratam-me, ainda que contra a minha vontade.
-Mas é assim que as coisas são e é assim que funcionam. Além de que tu não estás doido!
-Achas que não?
Caso II
Diálogo IN-PROVAVEL que poderia ocorrer ao telefone.
-Olá. Como estás?
-Que te interessa isso?
-Gostava de saber que estás bem.
-Depois de meses sem quereres saber nada de mim, sem me ligares o que te pode isso interessar?
-Mas… foste tu que me disseste que não me telefonarias mais e que te não telefonasse.
-Que é que isso tem a ver? Tu é que nunca mais ligaste ou quiseste saber de mim.
(Textos visados e aprovados superiormente)
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terça-feira, agosto 07, 2007
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«Como é que se esquece alguém que se ama?
Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que faz para ficar?
Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz?
Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo.
Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doida, devidamente honrada. É uma dor que é preciso, primeiro, aceitar.É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos moí mesmo e que nos da cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrrássemos da carga que lhe damos, aceitando o que não tem solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos distrairmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos, amigos, livros e copos, pagam-se depois em conduídas lembranças a dobrar.
Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. Porque é que é sempre nos momentos em que estamos mais cansados ou mais felizes que sentimos mais falta das pessoas que amamos? O cansaço faz-nos precisar delas. Quando estamos assim, mais ninguém consegue tomar conta de nós. O cansaço é uma coisa que só o amor compreende. A minha mãe. O meu amor. E a felicidade. A felicidades faz-nos sentir pena e culpa de não a podermos participar. É por estarmos de uma forma ou de outra sozinhos que a saudade é maior.
Mas o mais difícil de aceitar é que há lembranças e amores que necessitam de afastamento para poderem continuar. Afonso Lopes Vieira dizia que Portugal estava tão mal que era preciso exilar-se para poder continuar a Pátria dele. Deixar de vê-la para ter vontade de a ver. Às vezes, a presença do objecto amado provoça a interrupção do amor. É a complicação, o curto-circuito, o entaralamento, a contradição que está ali presente, ali, na cara do coração, impedindo-o de continuar.
As pessoas nunca deveriam morrer, nem deixarem de se amar, nem separar-se, nem esquecer-se, mas morrem e deixam e separam-se e esquecem-se. Custa a aceitar que os mais velhos, que nos deram vida, tenham de dar a vida para poderem continuar vivos dentro de nós. Mas é preciso aceitar, é preciso sofrer, dar urros, murros na mesa, não perceber.
E aceitar. Se as pessoas amadas fossem imortais perderíamos o coração. Perderíamos a religiosidade, a paciência, a humanidade até.
Há uma presença interior, uma continuação em nós de quem desapareceu, que se ressente do confronto com a presença exterior. É por isso que nunca se deve voltar a um sítio onde se tenha sido feliz. Todas as cidades se tornam realmente feias, fisicamente piores, à medida que se enraízam e alindam na memória que guardamos delas no coração.
Regressar é fazer mal ao que se guardou.
Uma saudade cuida-se. Nos casos mais tristes separa-se da pessoa que a causou. Continuar com ela, ou apenas vê-la pode destruir a beleza do sentimento, as pessoas que se amam mas não se dão bem só conseguem amar-se bem quando não se dão.
Mas como esquecer? como deixar acabar aquela dor? É preciso paciência. É preciso sofrer.
É preciso aguentar.Há grandeza no sofrimento. Sofrer é respeitar o tamanho que teve um amor. No meio de remoinho de erros que nos resolve as entranhas de raiva, do ressentimento, do rancor - temos de encontrar a raiz daquela paixão, a razão original daquele amor.
As pessoas morrem, magoam-se, separam-se, abandonam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades. Para esquece-las, é preciso chora-las primeiro. Esta é uma verdade tão antiga que espanta reparar como ainda temos esperanças de contorná-la. Nos uivos da mulheres nas praias da Nazaré não há "histerias" nem "ignorância" nem "fingimentos". Há a verdade que nós, os modernos, os tranquilizados, os cools, os cobardes, os armados em livres e independentes, os tanto-me fazes, os anestesiados temos medo de enfrentar.
Para esquecer uma pessoa não há vias rápidas, não há suplentes, não há calmantes, ilhas nas Caraíbas, livros de poesia - só há lembrança, dor e lentidão, com uns breves intervalos pelo meio para retomar o fôlego.
Esta dor tem de ser aguentada e bem sofrida com paciência e fortaleza. Ir a correr para debaixo das saias de quem for é uma reacção natural, mas não serve de nada e faz pouco de nós próprios. A mágoa é um estado normal. Tem o seu tempo e o seu estilo. Tem até uma estranha beleza. Nós somo feitos para aguentar com ela.
Podemos arranjar as maneiras que quisermos de odiar quem amámos de nos vingarmos delas, de nos pormos a milhas, de lhe pormos os cornos, de lhe compormos redondilhas, mas tudo isso não tem mal. Nem faz bem nenhum. Tudo isto conta como lembrança, tudo isso conta como uma saudade contrariada, enraivecida, embaraçada por ter sido apanhada na via pública, como um bicho preto e feio, um parasita de coração, uma peste inexterminável, uma barata esperneante: uma saudade de pernas para o ar.
O que é preciso é igualar a intensidade do amor a quem se ama e a quem se perdeu. Para esquecer, é preciso dar algo em troca. Os grandes esquecimentos saem sempre caros. É preciso dar tempo, dar dor, dar com a cabeça na parede, dar sangue, dar um pedacinho de carne.
E mesmo assim, mesmo magoando, mesmo sofrendo, mesmo conseguindo guardar na alma o que os braços já não conseguem agarrar, mesmo esperando, mesmo aguentando como um homem, mesmo passando os dias vestida de preto, aos soluços, dobrada sobre a areia da nazaré, mesmo com muita paciência e muita má vontade, mesmo assim é possível que não se consiga esquecer nem um bocadinho.
Quanto mais fácil amar e lembrar alguém - uma mãe, um filho, um grande amor - mais fácil deixar de amá-lo e esquecê-lo. Raio de sorte, ó lindeza, miséria suprema do amor. Pode esquecer-se quem nos vem à lembrança, aqueles de quem nos lembramos de vez em quando, com dor ou alegria, tanto faz, com tempo e com paciência, aqueles que amámos com paciência, aqueles que amámos sinceramente que partiram, que nos deixaram, vazios de mãos e cheios de saudades, esses doem-se e depois esquecem-se mais ou menos bem.
E quando alguém está sempre presente? Quando é tarde? Quando já não se aguenta mais. Quando já é tarde para voltar atrás, percebe-se que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar. Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar!
Aí, está o sofrimento maior de todos. O luto verdadeiro. Aí está a maior das felicidades»
Miguel Esteves Cardoso - como esquecer in Último Volume, Assírio & Alvim, 1996
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domingo, agosto 05, 2007
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-É marcadamente triste ver que alguém excelente na sua actividade é afastado com base na manifestação frontal e honesta das suas convicções e nem sequer se trata aqui de convicções políticas ou ideológicas.
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sexta-feira, agosto 03, 2007
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-Não há dúvida de que o homem promete, promete, promete…
-Surpresa, que nem o chega a ser aliás, foi o entendimento e consequente atribuição do pelouro do ambiente a José (Zé) Sá Fernandes. O homem é decididamente um ponto, mas não dá ponto sem nó. Ele, que tantos engulhos engendrou, que tantas vezes levantou o indicador ufano, oportunista e suado para disparar acusações que se provaram erradas e falsas; Ele ainda que ficou conhecido como o “Providencia cautelar man”, aparece agora dentro do executivo emplourado no ambiente camarário lisboeta.
-Mas que o homem promete, lá isso promete. Ainda e sempre!
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quarta-feira, agosto 01, 2007
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-Chegaram as férias.
Para grande parte dos portugueses isso quer dizer pouco; ou não têm férias em tempo de férias ou não têm dinheiro para gozar férias ou não têm simplesmente férias. Apesar disso, ainda existe muita gente que anseia um ano inteiro por esta época de férias.
-È em tempo de férias que muita da mais evidente estupidez humana se revela, saindo do fundo de um qualquer gavetão como o fazem as toalhas de praia e os biquínis.
-Uns correm à santa terrinha na esperança de parecerem os senhores que durante todo o ano não são. Aborrecem os tios e primos, os sogros e pais, comportam-se como se o facto de viverem na “cidade” fosse algo para todos os outros inatingível. Finalmente passados quinze dias regressam com a mala cheia de couves e batatas, amaldiçoando as moscas e trazendo na consciência que estão prontos para outro ano de trabalho árduo e servil.
-Existem também aqueles para quem as férias ideais não passam da corrida estúpida às praias algarvias. Regra geral, deslocam-se em bandos de um ou dois casais, familiares ou amigos e arrastam atrás de as crianças ranhosas, de dedo dentro da narina direita. Onde quer que passem, ou pior, que parem, existe um evidente estardalhaço de berros, pedidos de gelados e baldinhos de praia aos tombos. Já no Algarve, cozinham todas as refeições na cozinha do apartamento do costume porque é mais em conta e invadem diariamente os supermercados logo antes do almoço em busca dos enlatados mais baratos. Fazem tudo em calções de banho ou de futebol. Vestem T-shirts com frases que não sabem o que significam e jamais, JAMAIS se separam das chinelas de meter o dedo. Depois, hão-de consultar todas as “revistas dos famosos” na esperança de terem aparecido lá muito atrás e ao fundo, numa foto de um qualquer dos muitos “cromos” do nosso “jet zero” nacional. Tal como estes, também os que rumam ao sul de Espanha se apresentam nos mesmos moldes de trajadura, contenção económica e de atitude. Diferindo apenas dos primeiros, por falarem com toda a gente que lá encontrem em “portanhol” e em “espanholês” e distinguindo-se deles por acharem que estiveram de férias no estrangeiro e que isso é o mais importante.
-Um outro grupo é aquele dos que planearam férias atempadamente. Correram todas as agências de viagens, todas as feiras, vasculharam a Internet no PC dos miúdos e dois anos depois, ainda hão-de conservar grande parte dos folhetos que recolheram. Hesitaram entre Cuba, Brasil e coisas como Punta Cana, antes de pedir o empréstimo com o qual acabaram de pagar as férias do ano anterior e pagarão as deste ano. Ouviram conselhos de todos os conhecidos que por lá já passaram e que lhes mentiram com todos os dentes acerca das maravilhas que por lá viram. Desde há meses que sonham com resorts maravilhosos, com “bar aberto” e comida à fartazana. Vêm, sempre que fecham os olhos, paisagens de telenovelas com praias vazias, coqueiros e empregados submissos e atenciosos até perder de vista. Três meses antes do embarque já deram a conhecer o seu destino a todos os que os conhecem e não perdem a ocasião de falar da viagem de avião, ainda que seja a despropósito de um qualquer despenhamento de aeronave.
-À chegada, visitam os amigos e família, massacrando-os com mil fotografias e vídeos, revelando assim sem querer que do país que visitaram não conheceram nada fora dos muros que protegem os turistas da realidade.
-Mas talvez as férias sejam isto e para isto mesmo. Talvez sirvam para desligar o cérebro, em alguns casos, ou para o manter bem desligado, em outros.
-Nas férias, não são permitidas crises governativas, políticas ou existenciais. Nas férias o país é apenas cor-de-rosa ou ainda mais cor-de-rosa.
-Talvez a realidade também vá de férias este ano e se tudo nos correr bem talvez não volte.
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segunda-feira, julho 30, 2007
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-Seria no mínimo bizarro “importar” idosos incautos desde o interior do país para dar a imagem de uma multidão na celebração de Jorge Costa, mas aconteceu
-É realmente ridículo colocar crianças contratadas como figurantes nos bancos de uma escola vazia. É manipulativo, nada sério, desonesto e ridículo.
-No entanto aconteceu e ontem, o primeiro-ministro invocou, como de costume, desconhecimento e ignorância, transferindo a culpa para “uma empresa” em vez de culpar quem por parte do governo (ministério da educação ou não) tomou a iniciativa de contratar a referida empresa e de acompanhar o processo de embelezamento e mistificação da cerimónia.
-Se fosse num país a sério alguém seria demitido por tal bizarria mas num país a sério, existiria um governo a sério ou pelo menos mais sério e não coberto de ridículo.
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quinta-feira, julho 26, 2007
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- A polícia Juciaria Portuguesa capturou hoje na Figueira da Foz "O Solitário" um perigoso assaltante de bancos em Espanha e o homem mais procurado nesse país. A operação foi levada a cabo em colaboração com a polícia espanhola.
-Entretanto por cá continua por capturar um assaltante nacional conhecido como "o assaltante do Taxi", por ter sido um destes veículos que apanhou como um vulgar cliente e no qual se pôs em fuga depois de cometer um assalto a uma dependência bancária.
- É apenas curioso.
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terça-feira, julho 24, 2007
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OU AS SEMELHANÇAS ENTRE SÓCRATES E O MARQUÊS DE POMBAL
- Truz-truz!
- Quem é?-Ficamos portanto a saber que o governo não está. Que é inútil apresentar-lhe questões, propostas ou criticas. É inútil enviar-lhas por carta, por pergunta de jornalista, impor-lhas com a força da democracia representativa e plural ou de um varapau de marmeleiro. É nada enviar-lhas em bandeja de prata com rodelinhas de laranja à volta e raminhos de salsa. Não está e pronto.
-Então, tal como agora, o governante proclamava as benfeitorias por si alcançadas.
-Em 1871, o Marquês de Pombal exclamava: “Agora é que Portugal vai à vela!”; No preciso ano em que James Whatt descobria a aplicação do vapor.
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segunda-feira, julho 23, 2007
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sábado, julho 21, 2007
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José Saramago
-O romancista, poeta, dramaturgo, autodidacta José Saramago (Premio Nobel da Literatura em 1998), ribatejano, ateu, recém-casado e comunista tem como opinião que Portugal deveria tornar-se uma província de Espanha.
-Por outro lado haveria que perguntar aos nossos vizinhos ibéricos se estariam interessados em nos ter como seus patrícios. A resposta, parece-me bem que seria negativa, se nos podem colonizar economicamente para que quereriam dividir o que quer que fosse connosco?
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quinta-feira, julho 19, 2007
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Advertência:
-No caso de sentir náuseas, tonturas, tremores, palpitação ou outro tipo de sintoma adverso pare imediatamente de ler este ou qualquer outro post. Caso os sintomas persistam, consulte imediatamente o seu médico, levando consigo uma cópia da postagem do blog, e indicação do link.
-No caso de observar TODAS estas condições e normas internas, sinta-se “LIVRE” de ler e de comentar tudo o que aqui se encontre.
-Caso contrário faça exactamente o mesmo em nome da LIBERDADE DE EXPRESSÂO E DE OPINIÃO!!
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segunda-feira, julho 16, 2007
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sábado, julho 14, 2007
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NOVO ELEMENTO QUIMICO DESCOBERTO POR CIENTISTAS PORTUGUESES: O GOVERNÈSCIO

-Não possui protões ou electrões.
-Não possuindo electrões deveria tratar-se de um elemento inerte, e na realidade é-o na maioria das situações, reagindo apenas quando criticado ou vaiado. Um dos investigadores notou que uma ínfima quantidade desta substancia quando introduzida num país como o nosso, provoca um atraso razoável no desenvolvimento e nas condições de vida em geral.
ATENÇÃO: Governéscio é considerada uma substância perigosa qualquer que seja a dosagem ou exposição. Causa danos na saúde, na Educação, na Economia e Finanças, Justiça, Cultura bem como aparentemente na Liberdade de Opinião e de Expressão
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terça-feira, julho 10, 2007
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-De acordo com o PROGRAMA COMPLEX foi anunciada, logo após o ultimo Conselho de Ministros, a criação de um novo portal institucional: o “bufo.gov.ps.pt”. Este novo projecto insere-se na área das novas tecnologias de comunicação e será desenvolvido no âmbito dos protocolos estabelecidos com a Microsoft e com o MIT que tantos frutos têm dado. Os destinatários serão (segundo o comunicado oficial) todos os cidadãos que pretendam denunciar situações que de um qualquer modo sejam atentatórias ou que possam prejudicar o nome de qualquer outro cidadão que seja membro do actual governo, dos seus “afilhados”, amigos, protegidos, nomeados ou amantes.
-Neste novo meio de denúncia agora disponibilizado, existirá um espaço específico para militantes da Juventude Socialista no qual os jovens promissores delatores poderão de modo facilitado, denunciar desde comentários acerca da sexualidade do primeiro-ministro até à existência de fotos de mulheres nuas nos placards dos centros de saúde ou de emprego. Como modo de incentivar a utilização deste novo sistema, será sorteado a cada 100 denúncias, um lugar de acessor ministerial em ministério a anunciar oportunamente.
-O In-Provavel, teve acesso a algumas das denúncias já recebidas durante o período experimental que aqui reproduzimos:
José Canto dos Cantos
19 Anos, Estudante.Raquel Vanessa
17 Anos, Líder estudantil.Miguel Bernardes Carapau
43 Anos, Frequentador de Centros de Saúde.
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sábado, julho 07, 2007
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sexta-feira, julho 06, 2007
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-Pronto, eis então que quase de repente começa tudo de novo.
-Existem mais, muitos mais exemplos, como por exemplo os festivais de folclore, fogo de artifício, velharias, bandas filarmónicas, gaiteiros, tocadores de bombos, caça, pesca, grupos corais e até um que se chama “Multiusos”.
-Benditos sejam todos, digo eu.
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quarta-feira, julho 04, 2007
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