Professor obrigado a dar aulas com cancro da laringe
In Correio da Manhã
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, julho 06, 2007
2
comentários
-Pronto, eis então que quase de repente começa tudo de novo.
-Existem mais, muitos mais exemplos, como por exemplo os festivais de folclore, fogo de artifício, velharias, bandas filarmónicas, gaiteiros, tocadores de bombos, caça, pesca, grupos corais e até um que se chama “Multiusos”.
-Benditos sejam todos, digo eu.
Postado por
Unknown
at
quarta-feira, julho 04, 2007
0
comentários
--Atendendo ao enorme interesse que tem vindo a suscitar a campanha para a Câmara Municipal de Lisboa a cada candidato foi feita apenas uma pergunta a que deveria responder com honestidade.
--A questão colocada foi a seguinte:
--“Porque decidiu candidatar-se à Câmara de Lisboa?”
Eis as respostas de alguns dos candidatos.

---Em primeiro lugar, candidato-me para poder dizer que o governo deve fazer aquilo que nunca fez quando eu fazia parte do governo.
--Em segundo lugar, sou um especialista em fogos e a Câmara Municipal estava muito quente e o PS em brasa para encontrar um candidato que não estivesse queimado. Além de que como o edifício camarário já ardeu há uns anos, se arder de novo comigo, já vão estar todos habituados.







Postado por
Unknown
at
sábado, junho 30, 2007
4
comentários

- Será caso de multipla personalidade ou personalidade bipolar?
- Digo mais... será caso de personalidade bipolar ou de multipla personalidade?
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, junho 29, 2007
1 comentários
Os EU (Estados Unidos) pensam que são EU.
Alguns esquizofrénicos como TU acham que são EU.EU sou ninguém, ninguém é perfeito, então EU sou perfeito. Mas só Deus é perfeito. Então EU sou Deus
Postado por
Unknown
at
quarta-feira, junho 27, 2007
2
comentários
Professor: O senhor acredita em Deus?
Aluno: Absolutamente!
P: E Deus é bom?
A: Sim, claro.
P: E Deus é todo-poderoso?
A: Sim.
P: Um amigo meu, há muito pouco tempo, faleceu com cancro apesar de eu ter rezado para que Deus o curasse. A maioria das pessoas tentariam ajudar aqueles que sofrem e que estão doentes, não é assim?
Deus não o fez. Como pode então Ele ser bom?
A: (Silêncio)
P: Não consegue responder pois não? Vamos então recomeçar. Deus é bom?
A: Sim.
P: O diabo é bom?
A: Não.
P: Quem criou o diabo?
A: Deus.
P: Exactamente. E já agora, há mal no mundo?
A: Sim.
P: O mal está em todo o lado não está?
A: Sim.
P: E Deus foi quem fez todas as coisas, não foi?
A: Sim.
P: Então quem criou o mal?
A: (Silêncio)
P: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Fealdade, fome, guerra sofrimento e todas essas terríveis coisas neste mundo?
A: Sim, existem?
P: Quem foi então que as criou?
A: (Silêncio)
P: A ciência afirma que existem cinco sentidos que usados para apreender o mundo em nossa volta. Já alguma vez viu Deus?
A: Não.
P: Já alguma vez o tocou, saboreou, ouviu, cheirou ou teve algum tipo de percepção da sua existência?
A: Não, nunca tive.
P: E no entanto acredita que ele exista?
A: Sim.
P: De acordo com o conhecimento empírico, testável, mensurável e com o pensamento científico a ciência afirma que Deus não existe. Que tem a dizer disto?
A: Nada. Tenho apenas a minha Fé.
P: Pois, a Fé esse é um grande problema humano.
A: Desculpe. Deixe que lhe pergunte: O calor existe?
P: Sim.
A: E existe algo chamado: o frio?
P: Sim.
A: Não senhor. Não existe!
P: (Silêncio)
A: Aquilo que existe é o calor que pode ser pouco, muito, muitíssimo calor, calor imenso ou nenhum calor.
-Não existe nada a que possamos chamar “frio”. Podemos atingir 458 graus abaixo de zero que é o ponto da não existência de calor mas não podemos ir para alem disto e isto não se chama frio. O “frio” é apenas uma palavra que se usa para descrever a ausência de calor mas não significa nada de mensurável. Calor é energia. O frio não é o oposto de calor é apenas a ausência deste.
P: (Silêncio)
A: E que dizer da escuridão? Existe escuridão?
P: Claro que sim! O que é a noite senão a escuridão?
A: Está errado de novo. A escuridão é apenas a ausência de algo. Pode existir luz fraca, forte, brilhante, de diversas cores… mas se constantemente não existisse luz não haveria modo de definir escuridão. Logo a escuridão não existe. Nem existe modo algum de fazer a escuridão mais escura.
P: Onde é que quer chegar com essa argumentação, jovem?
A: Quero apenas demonstrar que a sua argumentação é errada e baseada em premissas erradas.
P: Errada? Pode explicar-nos porquê?
A: Porque se baseia na premissa da dualidade. O senhor argumenta que existe vida e existe morte, um Deus bom e um Deus mau. Assim analisa o conceito de Deus como se este fosse finito e mensurável. A ciência não é sequer ainda capaz de explicar o pensamento, mas nunca ninguém sequer viu nenhum dos dois fenómenos. Pensar a vida como o oposto da morte é ignorar que a morte não pode existir como algo substantivo. A morte não é o oposto da vida mas apenas a sua ausência.
-Já agora diga-me, por favor: o senhor acredita que o homem e o macaco possuem um antepassado comum?
P: Caso se refira ao processo evolucionário da espécie humana, claro que sim.
A: O senhor alguma vez observou esse processo com os seus próprios olhos?
(Sorriso condescendente e ligeiro abanar de cabeça por parte do professor)
A: Se nunca observou tal processo, então aquilo que ensina não passa da crença que possui de que ele existe o que faz de si não um professor mas sim um pregador.
(Gargalhadas de fundo enquanto o aluno se volta para os restantes)
A: Há aqui alguém ( com todo o devido respeito) que já tenha visto o cérebro do professor?
(Mais gargalhadas, estridentes desta vez)
A: Há aqui alguém que já tenha visto o coração do professor, o tenha tocado, saboreado, ouvido, cheirado ou que tenha tido algum tipo de percepção da sua existência?
-Claro que não. Logo, de acordo com o conhecimento empírico, testável, mensurável e com o pensamento científico a ciência afirma que (com todo o respeito) o seu cérebro não existe. Assim como poderemos confiar em tudo quanto nos tem, tão bem, sabido ensinar?
(O professor hesita um momento sem saber bem o que responder)
P: Bem… penso que também neste caso vai ter que confiar na sua Fé!
A: Muito brigado, professor!
Postado por
Unknown
at
segunda-feira, junho 25, 2007
1 comentários
Marcadores: DEUS
-José Sócrates tem todo o direito de se sentir ofendido se alguém atentar contra o seu bom (?) nome a sua personalidade (?) ou honra (?).
-Também nós todos, enquanto cidadãos, temos o direito de nos questionarmos acerca das magníficas trapalhadas em que aparece a sua licenciatura (?), o seu envolvimento com o professor que afirmou (mentindo) que não conhecia e todas as tropelias miseráveis de que temos vindo a ser vitimas.
-Foi exactamente isso que fez o cidadão António Balbino Caldeira no seu BLOG “Portugal Profundo”, exercendo o seu direito de opinião. Tal facto parece ter-lhe custado uma queixa-crime (aparentemente não confirmada) por parte do tiranóte de serviço ao (des) governo da nação. Se a ofensa realmente existisse, poderia e deveria ter sido a verdade explicada na celebre entrevista televisiva que não convenceu ninguém e onde para lá de não ter esclarecido nada, tudo me leva a pensar que voltou a mentir. Já várias vezes disse que não se me dá se o cidadão José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa nascido em Vilar de Maçada a 6 de Setembro de 1957 é ou deixa de ser engenheiro e volto a afirma-lo. O que não admito é que o Primeiro Ministro do meu país, impune e silenciosamente, possa ter usado meios, no mínimo censuráveis, para obter uma licenciatura. Do mesmo modo, não admito que falte à palavra dada em campanha eleitoral ou que se comporte como se fosse dono de um país.
-Com relação ao “Portugal Profundo” e ao seu autor, aquilo que sempre fez foi divulgar factos referenciando-os e extraindo deles, legitimas e mais que razoáveis dúvidas no exercício da sua liberdade de opinião e expressão.--Como se não bastassem as tentativas comprovadas de manipulação de órgãos de informação, J. Sócrates parece agora apostado em passar por virgem violada e ofendida quando o que deveria ter feito era ter-se explicado com humildade sincera quando o pode fazer.
-Todos já sabíamos que o “bufismo”, “o caciquismo”e o “lambe-pésismo” estavam de volta. Agora podemos comprovar que é regressado o delito de opinião.
-Fiquemos à espera. Talvez o lápis azul tenha de novo a sua oportunidade, quem sabe, agora sob o disfarce legalista de lápis cor-de-rosa.
-Quanto a mim, se quiserem, que me mordam ou em alternativa que me instaurem uma queixa-crime.
Visite aqui a notícia "José Sócrates apresentou queixa-crime contra bloguer" (20/06/2007)
Visite aqui a notícia "Balbino Caldeira arguido no caso da licenciatura de Sócrates" (16/06/2007)
Postado por
Unknown
at
sábado, junho 23, 2007
1 comentários
-Mais do que apenas uma personagem curiosa, era uma pessoa peculiar.
-Uma pessoa da mais saudável excentricidade; ou como costumo dizer: “um tipo castiço, um autentico castiçal”.
-Possuía uma leviandade quase juvenil, descuidada por vezes em alguns aspectos menos importantes. Sempre apaixonado por causas ou opiniões, sempre ardentemente. Boémio quanto baste, improvisador, alegre quase sempre, excepto nos momentos (raros) em que parecia descer ao plano do vulgar sob o peso das suas, raramente confessadas e inumeras agruras.
-Dono de uma cultura rara e de uma experiência de vida raramente encontrada, parecia ter vivido três ou quatro vezes a idade que tinha e que ninguém nunca lhe adivinhava. Tinha uma lógica perfeita no discurso e uma profundidade de sentimentos que muitas vezes o fazia emocionar-se com facilidade com factos, que a muitos, poderiam parecer triviais.
-Tudo nele parecia ter apenas parecia ter apenas dois estados: a calma paciente, quase beatífica e absoluta e a explosão tumultuosa. Acérrimo defensor dos seus pontos de vista, era assertivo nas discussões que por vezes gostava de provocar e de que saía quase sempre vencedor absoluto. Nessas ocasiões, parecia um furacão de razões, tal era a forma como destruía até ao mais pequeno grão de pó os argumentos dos que dele discordavam. De uma penada só, destruía-lhes não apenas a argumentação mas também as ideias e as opiniões que possuíam ou que pensavam possuir. Capaz de rasgos com frases literatas que sempre surpreendiam quem lhas ouvia, parecia saber sempre tudo acerca do que quer que fosse de que se falasse. Isto, sempre sem a mais pequena atitude de desprezo pelos outros, sem a mais pequena presunção que fosse passível de censura.-Recordo-me do modo concentrado como lia, escrevia ou desenhava; da absoluta atenção que colocava em tudo o que fazia e também recordo que por vezes enredado em conversa com um amigo, era capaz de seguir 15 ou 20 minutos na direcção oposta à que deveria ser a sua. Nunca deixava de responder a quem o cumprimentasse e tinha um aperto de mão fortíssimo e ao mesmo tempo gentil.
-Talvez na realidade não fosse um génio, mas era de todos os que conheço o que da genialidade mais se aproximava e era capaz de atitudes grandiosas para com os amigos.-
-Soube ontem que morreu, atropelado e sem avisar ninguém.
-Sei que continuará à minha espera na mesa do costume, no café do costume e como de costume, por detrás de uma chávena vazia ou de um copo de cerveja meio-vazio e um cinzeiro meio-cheio.
-Já lhe tenho muita saudade
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, junho 21, 2007
Noticia na SIC NOTICIAS
20 de Junho de 2007
“… no Parlamento socialistas acusam populares de serem populistas.”
Infelizmente a eles ninguém os pode acusar de serem socialistas!
Postado por
Unknown
at
quarta-feira, junho 20, 2007
1 comentários
-Eu tenho vindo a acordar, desde à meses para cá, sem esperança, sem vontade de lutar, quase sem animo para enfrentar os dias e as ideias. Sem vontade de mudar o país, mundo, o universo.
-Outras noites, tenho dificuldade em adormecer ou não durmo mesmo. Fecho os olhos e penso: estou velho, talvez tivessem razão os que me diziam que quando tivesse a idade que então eles tinham, veria o mundo sob outro prisma, de outro modo diferente daquele como o via então, mas isso foi ainda ontem; Ou talvez seja eu quem está mesmo acabado. Conjecturo então que devo continuar a minha actividade física, juntar-lhe complexos vitamínicos, mudar de guarda-roupa, de alimentação, de corte de barba e cabelo…
-Bah…!
-Hoje li uma sondagem que diz que os portugueses estão pessimistas, sem ânimo, com pouca esperança e alguma desesperança. Parece que há uma epidemia de impotência e desanimo a assolar o país neste preciso momento!
-Para mim é culpa do governo.
-A sério, o actual modo de governar é o que nos torna pessimistas a todos. Governar contra todos e em favor de ninguém é desmotivante para quem é governado. Como é desmotivante perder direitos em nome de nada, perder condições na assistência na doença, perder qualidade de ensino, perder condições na evolução da carreira profissional, ver regressar a perseguição a quem é “do contra”, ver liberdades cerceadas em nome de objectivos pouco claros. A culpa é do Governo e mais nada. Não se lhe antevêem objectivos, não possui lógica de acção, espezinha princípios consagrados, diz uns disparates de pasmar e faz outros tantos de corar. Diz hoje para desdizer amanha e sobrevive atolado numa total impunidade ministerial onde a asneira é recompensada com a permanência e o incumprimento premiado com apoio. Afirma peremptoriamente hoje, hesita amanhã e volta a ter certezas logo no dia seguinte.
-Governar assim chama-se desgoverno e não possui outro efeito pratico que não seja o facilitismo, a involução e a descrença dos desgovernados e desgovernados somos todos, logo pessimistas. E pessimistas não dormem, não agem, não protestam, não reclamam, não incomodam.
-Que diabo de tempos são estes?
-Que diabo de país é este?
-Pessimistas de todo Portugal, uni-vos! Somos a maioria!
-Às ruas!
Postado por
Unknown
at
terça-feira, junho 19, 2007
1 comentários
Marcadores: depressão, governação
"As multas previstas para os fumadores apanhados com um cigarro aceso num local proibido são o dobro daquelas que estão previstas para os consumidores de drogas ilícitas. Se fumar pode custar entre 50 e mil euros, consumir droga dá direito a coimas de 25 a 403 euros, que podem ser substituídas pelo tratamento voluntário."
-Irrita-me que me tratem como a uma criança e me castiguem a golpes de Lei enquanto tentam fazer-me crer que é para meu próprio bem que me tiram o direito de brincar com o meu brinquedo.
Eu explico: ao retirarem-me a liberdade de fumar em estabelecimentos públicos dizem-me que o fazem em nome da saúde de todos. Existe algo de muito perigoso em promulgar leis que nos protejam de nós mesmos. Antes de mais, não acredito na seriedade da preocupação do Estado para com a minha saúde nem para com a saúde de quem quer que seja; Em segundo lugar, sou maior, vacinado e consciente dos perigos que corro quando voluntariamente os corro. Se me falam na possibilidade de constituir (a minha pratica de fumar) um perigo para não-fumadores, respondo que a eles, tal como a mim, deve ser dado o direito de escolha e não apenas a eles mas também aos proprietários dos estabelecimentos em causa; A uns, a hipótese de escolherem um local sem fumo e aos segundos a hipótese de gerirem o seu negócio para o tipo de clientes que mais desejem ter. Além disso estou convencido que o número de gripes, constipações e insolações irão subir muito de futuro sobretudo entre os fumadores..
-As leis devem servir para garantir os direitos individuais de TODOS os cidadãos e não para protegerem os cidadãos deles mesmos, caso em que se corre o sério risco de legalizar o que em última instância constitui uma séria ameaça à liberdade individual.
-Se o propósito fosse real e não apenas uma medida economicista e de moda, seriam também imediatamente proibidos os desportos radicais mais perigosos, toda e qualquer obesidade, a frequência de alguns estabelecimentos hospitalares, alguns programas de televisão e todas as desculpas politicas para o incumprimento das promessas eleitorais.
-As leis, todas as leis, devem servir para garantir os direitos e liberdades individuais e para permitir e organizar a sã convivência entre direitos e obrigações. Caso contrário caminhamos para uma sociedade asséptica mas morta.
“Toda a acção privada que não constitua dano ou prejuízo moral ou da ordem pública bem como prejuízo de terceiros devem estar fora do alcance da Lei.”
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, junho 15, 2007
4
comentários
Marcadores: democracia, fumo ilegalidade, respeito
Frequentar a Igreja faz tanto de mim um católico como frequentar uma garagem fará de mim um automóvel.
A inteligência artificial, não consegue competir com a estupidez natural.
Não existe uma única prova científica de a vida seja algo sério.
Para tudo o que é bom, existe uma lei médica, lógica ou governamental que o proíbe.
A velocidade das contas é exactamente o dobro da velocidade dos cheques.
Come equilibradamente, faz exercício, não fumes ou bebas em demasia e morrerás na mesma mas mais estúpido.
Afinal os homens são da Terra e as mulheres também.
Lixo é algo que mantemos connosco anos a fio e deitamos fora dois dias antes de nos fazer falta.
Não são os jeans que nos fazem parecer mais novos nem mais magros.
Postado por
Unknown
at
segunda-feira, junho 11, 2007
1 comentários
-Apenas vos peço que leiam. Depois peço-vos que pensem à luz da mais básica noção de justiça, de direito, de responsabilidade, de dignidade.
-Depois peço-vos que transmitam, que divulguem e que exijam JUSTIÇA!
22/02/2007
Com leucemia - Professora obrigada a dar aulas
-"Uma docente da Escola EB 2/3 de Cacia, em Aveiro, que se encontrava de baixa há cerca de dois anos, após lhe ter sido diagnosticada uma leucemia, foi obrigada pela Caixa Geral de Aposentações a regressar ao serviço para cumprir um período mínimo de 31 dias de trabalho. Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha pedido para ser aposentada por incapacidade, mas, após uma junta médica realizada em Novembro, não só viu a pretensão recusada como teve a baixa médica suspensa e ordem para voltar ao serviço, sob pena de perder o vencimento."Sinto-me muito injustiçada. Sei que há quem faça de conta que está doente, mas esse não é, infelizmente, o meu caso", salientou a professora ao CM. ATESTADO ATÉ NOVA JUNTA.
-O período mínimo exigido terminou anteontem e Manuela Estanqueiro está actualmente de atestado médico, até poder ir a nova junta médica. "Estes 31 dias foram de extrema agonia e cheguei a desmaiar em plena sala de aula, para além de ter de descansar nos intervalos. Só consegui ultrapassar este sofrimento porque tive sempre o apoio dos colegas, da escola e da Direcção Regional de Educação do Centro."A decisão da Caixa Geral de Aposentações deixou a docente de educação tecnológica "abalada psicologicamente". "Depois de meses de quimioterapia, era o pior que me podia acontecer", diz Manuela Estanqueiro diz que não a preocupa o facto de lhe recusarem a aposentação – da qual já apresentou recurso – só não entende como a podem considerar capaz para o serviço, quando tem uma doença grave diagnostica. Por causa de tudo isto, viu a baixa revogada, quando "a tinha até Outubro de 2008"".
in: http://www.cacia.pt/index.php?CA=Noticia&IDNoticia=40
http://legoergosum.blogspot.com/2007/05/questes-de-moral.html
Francisco"
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, junho 08, 2007
2
comentários
-Parece ter-se tornado uma nova moda esta coisa dos nascimentos em ambulância.
-Quase todos os dias há um, seja na ambulância dos Bombeiros Voluntários da Rebardeja, seja numa viatura do INEM.
-Torna-se interessante assistir a este novo epifenómeno de popularidade jornalística. Entrevista-se o pai babado, ali mesmo à mão do repórter de serviço, que já se esqueceu que podia ter perdido esposa e rebento. Questionam-se os voluntários de serviço que entendem de partos tanto quanto de microbiologia celular ou de fractais e é vê-los sorridentes por estarem na televisão a dizer como tudo correu bem. Elogia-se-lhes a bravata e a bravura de que hão-de falar no café e na corporação durante uma semana e termina-se a reportagem com uma frase bombástica: “Felizmente tudo correu bem e quer a mãe quer a criança estão de excelente saúde!”.
-É assim e é pena.
-Na realidade, no meio de tanta celebração e de tanto suspiro de alívio esquece-se quem é o verdadeiro responsável por esta dinâmica de natalidade terceiro-mundista. Quem fechou, ou mandou que fechassem maternidades e quem fez mais por estas noticias, com que a RTP nos brinda quase diariamente, mais do que quem qualquer outro rematado idiota.
-As crianças lá vão nascendo como podem e até agora ainda não ocorreu a desgraça. Mas e se ocorrer? Será noticia ou será apenas um acidente de percurso como muitos outros, resumido a um relatório numa pasta de arquivo algures numa qualquer Direcção Regional de Saúde?
-E o Sr. Ministro? Com certeza continuará a dormir na angélica paz dos ineficazes mas economicistas. Na mesma paz dos que recorrem apenas a serviços de saúde privados.
-E nós? Continuaremos a sorrir sempre que virmos um pai babádo e um bombeiro elogiado?
-Com certeza e respiraremos comovidamente fundo ao ouvir: “Felizmente tudo correu bem e quer a mãe quer a criança estão de excelente saúde!”.
Postado por
Unknown
at
quarta-feira, junho 06, 2007
2
comentários
-Qual a coisa mais baixa que já fez?
-Apertar os atacadores.
-Qual o seu estado civil
-Sou sargento, logo: militar.
-É uma pessoa indecisa?
-Antes era, agora tenho a certeza que sou!
-Prefere a televisão ou um livro?
-Se tiver figurinhas prefiro o livro.
-Qual o livro de que mais gostou?
-Nunca encontrei nenhum que não tivesse um acentuado sabor a papel.
-Tem algum passatempo?
-Sim, adoro enigmas difíceis, quase impossíveis como por exemplo: sobreviver até ao fim de cada mês sem emigrar e também persigo arco-íris.
-Que pensa da nossa Justiça?
-Não gosto de enlatados.
-Acompanha as questões de politica nacional?
-Apenas à guitarra.
-Conte-nos uma coisa estúpida que tenha feito.
-Bom, para além de ter nascido e de ter votado como votei, a semana passada perdi as chaves de casa e procurei-as no GOOGLE!
Postado por
Unknown
at
terça-feira, junho 05, 2007
2
comentários

-"Há gente que eu gostava de comprar pelo preço que realmente vale e vender pelo preço que eles acham que valem!"
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, maio 31, 2007
3
comentários

Pelas ESCOLA ENCERRADAS
Pelas UNIDADES DE SAÚDE FECHADAS
Pelas EMPRESAS DESLOCALISADAS
Pelas POLITICAS ERRADAS
Pelas PROMESSAS QUEBRADAS
Pelas DECLARAÇÕES APARVALHADAS
Pelas LIBERDADES AMEAÇADAS
Por todas as ENORMES TRAPALHADAS
Postado por
Unknown
at
quarta-feira, maio 30, 2007
2
comentários
-O inspector-chefe Meireles saiu do carro mesmo em frente ao número 22 no preciso momento em que sobre a cidade se abatia uma tremenda chuvada. Vestiu a gabardina, disse dois palavrões e atravessou a rua. Depois de cumprimentar o agente da PSP que estava à porta, atirou o cigarro para longe e entrou resoluto. A vítima, encontrava-se logo no hall de entrada, de barriga para baixo numa poça de sangue aparentemente recente. Meireles colocou o joelho direito no chão e atentamente observou o cadáver.
- Um tiro no estômago – afirmou peremptório olhando as costas da vítima. Ergueu-se a custo e amaldiçoou o último gin tónico da noite anterior. Olhou em volta e chamou o sub-inspector Cerdeira.
- Cerdeira! Já encontraram a arma do crime e determinaram a identidade da vítima?
Cerdeira era um homem atarracado, nem alto nem baixo e de idade indeterminada. Chamavam-lhe “a sombra” por andar sempre atrás do inspector mas era quase sempre ele quem descobria a última peça das investigações em que ambos participavam. Tinha estagiado em Londres e só não era ele próprio inspector-chefe em lugar do inspector-chefe por ter feito a licenciatura na UnI.
-Bem chefe, não e sim – disse Cerdeira com o mais sardónico dos sorrisos que foi capaz de exibir– quer dizer, a arma não encontrámos mas sabemos quem é ele.
- Vá lá Cerdeira, que raio quer dizer “sardónico” e quem é afinal o gajo? - O inspector estava agora com cara de poucos amigos. Nunca na realidade tivera muitos, mas desde que o Ferráz lhe fugira com a mulher perdera esse, o que para quem só tinha dois amigos significava quase 60% de perdas
- O tipo é ex-candidato à Câmara de Lisboa. Talvez se lembre dele, teve as trombas aí por todo o lado em cartazes. Era aquele com ar de idiota chapado…
-Porra Cerdeira, eles eram tantos e todos tinham esse ar. Como raio quer que me lembre? Vamos lá tratar de procurar a arma que já são quase duas da manhã e estou com um secão…
-Apenas duas horas depois foi o agente Vagos, a quem toda a gente chamava “Bagos”, quem encontrou a dez centímetros da mão direita da vítima, o punhal ensanguentado. Com todo o cuidado, fotografou-o. Tinha mesmo quer ter cuidado, aquela máquina fora caríssima e ele já tivera problemas quando perdera o crachá e a arma durante o pic-nic anual da brigada. Só depois chamou por Meireles.
Postado por
Unknown
at
terça-feira, maio 29, 2007
1 comentários