quarta-feira, novembro 30, 2005
segunda-feira, novembro 28, 2005
República Vodkova
REPÚBLICA VODKOVA
Situação Geográfica:
-Trata-se de uma pequena República Ocidental no Oriente. Facto que se ficou a dever a que os Vodkovos não sabiam ler mapas e faziam-no ao contrário. Localizada mais exactamente a sul da Federação Russa, fazia até há pouco parte deste país. É um pequeno território entre a cordilheira de Merdisstók (a Norte) e o deserto de Massa (a sul) e integra no seu território grande parte do lago Baycair, onde se localizam as plataformas de extracção de areia e gás natural.
-A Norte faz fronteira com a Federação Russa, a sudoeste com o Prakistan e a sudeste com o Kapädonistan, duas repúblicas também recentes.
-Fazem ainda parte do país três ilhas na zona fronteiriça do lago Baycair.
-A Vodkova é essencialmente um país liso excepto a norte onde existe a cordilheira de Merdistók. Sendo um país sem relevo possui características de deserto em 60% do seu território o que não parece ter qualquer relevância.
-A rede hidrográfica é constituída por três cursos de água a que podemos com esforço chamar rios e que alimentam o lago Baycair, sendo que dois deles nascem no próprio país e um na Federação Russa.
-É em Kudur a cidade capital que vive 99% da sua população de meio milhão de habitantes. As outras cidades importantes são: Kuz, Kalina (nas margens do lago), Porcalhitcha (onde se situa o segundo dos dois aeroportos) e Resseaka-Matina. De salientar que nenhuma destas cidades tem mais de duzentos habitantes.
-Apesar de alguns estudiosos atribuírem esta forte concentração populacional ao facto de serem frios os Invernos, a verdade é que num país como este não existem grandes alternativas.
-Os locais de maior densidade populacional são no entanto a antiga “Loja do Povo”, transformada agora em bordél e o Departamento de Licenças de Imigração onde funciona à segunda-feira de manhã a extracção da Lotaria Nacional Vodkovense.
-No norte bem como no Centro e Sul do país predomina a ausência de vegetação o que se deve ao clima desértico a aos ventos que sopram quase sempre apartir do deserto. No resto do país o clima é moderado, sobretudo nos três hotéis e no palácio presidencial.
Rui
Postado por
Unknown
at
segunda-feira, novembro 28, 2005
0
comentários
domingo, novembro 27, 2005
Diàlogos
-O Amor é algo que me ergue do chão e me eleva, fazendo-me pairar.
-Não! A isso chama-se avião, helicóptero ou planador. Quem sabe, até mesmo pára-pente, mas Amor não!
-O Amor faz-me perder a respiração e a fala!
-Noop, isso é cansaço, bronquite asmática ou uma severa constipação que te deixe afónico. Mas Amor…? Não me parece!
-O Amor é algo que arde dentro do peito e nos consome, deixando-nos consolados.
-Hmmmm…? Não me parece. Isso é provavelmente uma arritmia ou um enfarte seguido da sensação de alívio por teres ficado vivo… desta vez!
-Amar é como ser levado às estrelas e depois deixado de novo na terra.
-Pois sim…, isso é algum ET que te raptou e te levou para o seu “disco” para te examinar e que farto de ti, te deixou de novo onde te encontrara.
-O Amor muda tudo o que vemos em menos de um segundo.
-Irra! Isso é um controlo remoto e muda apenas os canais de televisão.
-Então o que é o Amor? Vá, diz lá!
-Sei lá o que é isso ou se sequer existe? Mas se existir, eu reconheço-o quando o vir!
Rui
Postado por
Unknown
at
domingo, novembro 27, 2005
0
comentários
sexta-feira, novembro 25, 2005
quinta-feira, novembro 24, 2005

Hoje sinto-me cinzento da cor das palavras que aqui escrevo.
-Hoje não terei paciência para telejornais, para o rosário de desgraças mundiais desfiadas entre duas garfadas de jantar aquecido.
-Tenho frio nos dedos e nas teclas e a cabeça dói-me, não me apetece “blogar”.
-Hoje não serei jocoso e nem serei “ácido” como algumas vezes sou; Não me importarei com a crise, não vou ligar “pevas” ao desemprego nem à educação ou à falta dela. Não vou ligar nada a coisa nenhuma.
-Estou cansado, cansado de pensar de ouvir, de falar, de beber e de quase tudo.
-Vou procurar um canto onde me demore a chegar a casa, para ler qualquer coisa que seja, que me restitua a inspiração.
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, novembro 24, 2005
0
comentários
terça-feira, novembro 22, 2005
STRIPTEASE ME PLEASE
-Digam o que disserem as “mentes abertas”, o strip tease masculino não é nada ou é menos do que nada.
Anda por aí como se fosse uma moda destinada a provar que existem maridos e namorados tolerantes e modernaços ou esposas e namoradas muito descontraídas e moderninhas.
-Não me pareceu nunca, mais do que uma elaborada vingança, exercida em nome da ambição de “direitos iguais” pelas namoradas e mulheres, sobre os homens que perdem tempo a ver mulheres despirem-se. Assim juntam-se em grupos de amigas, colegas de escritório, escola ou despedida de solteira e depois de um jantar bem regado lá vão.
-Para mim aquilo não passa de homens a executarem gestos femininos para tirarem a roupa ao som de música, a imitarem uma arte feminina que não é arte ainda que sejam mulheres a exercê-la. Gestos amaricados e movimentos de dança de quem não sabe dançar e tem o ouvido duro, como os músculos que abana no palco.
-Não fui nunca a um desses acontecimentos, pelo facto simples de se não destinarem a mim nem a exemplares do mesmo sexo que eu e também por achar todo e qualquer espectáculo de striptease uma ridícula perda de tempo e uma triste imitação da realidade. Um ser humano que se expõe por dinheiro e que para disfarçar a vergonha que deveras sente, tenta fazer-se passar por artista.
-Tirar a roupa é e será sempre despir, seja no quarto ou em palco. Em todos os casos a música de fundo não passa de barulho, para acompanhar o bamboleio que disfarça a falta de excitação ou quem sabe, de paixão.
Rui
Postado por
Unknown
at
terça-feira, novembro 22, 2005
0
comentários
segunda-feira, novembro 21, 2005
Semelhanças jet-setistas
Transcrevo alguns excertos de um texto de opinião de Mia Couto, retirado do seu livro Pensatempos, sobre o jet-set moçambicano. Qualquer semelhança com o «jet-set português» será… pura coincidência?
“(…) O essencial é parecer rico. Entre parecer e ser vai menos que um passo, a diferença entre um tropeço e uma trapaça. (…) Daí que a empresa comece pela fachada, o empresário de sucesso comece pelo sucesso da sua viatura, a felicidade do casamento se faça pela dimensão da festa. (…)
O jet-set, como todos sabem, é algo que ninguém sabe o que é. Mas reúne a gente de luxo, a gente vazia que enche de vazio as colunas sociais. (…) Aqui seguem algumas dicas que, durante o próximo ano, ajudarão qualquer pelintra a candidatar-se a um jet-setista.
(…) Boas maneiras - não se devem ter. Nem pensar. O bom estilo é agressivo, o arranhão, o grosseiro. Um tipo simpático, de modos afáveis e que se preocupa com os outros? Isso, só uma pessoa que necessita de aprovação da sociedade. O jet-setista nacional não precisa de aprovação de ninguém, já nasceu aprovado. Daí os seus ares de chefe, de gajo mandão, que olha o mundo inteiro com superioridade de patrão. Pára o carro no meio da estrada atrapalhando o trânsito, fura a bicha, passa à frente, pisa o cidadão anónimo. Onde os outros devem esperar, o jet-setista aproveita para exibir a sua condição de criatura especial. O jet-setista não se sujeita a condições: telefona e manda. Quando não desmanda.
(…) Cultura - o jet-setista não lê, não vai ao teatro. A única coisa que ele lê são os rótulos de uísque. (…) Os tipos da cultura são, no entender do matreco nacional, uns desgraçados que nunca ficarão ricos. O segredo é o seguinte: o jet-setista nem precisa de estudar. Nem de ter curriculum vitae. Para quê? Ele não vai concorrer, os concursos é que vão ter com ele. (…)
Óculos escuros - essenciais, haja ou não haja claridade. O style - ou em português, o estilo - assim o exige. Devem ser usados em casa, no cinema, enfim, em tudo o que não bate o sol directo. O matreco deve dar a entender que há uma luz especial que lhe vem de dentro da cabeça (…)
Telemóvel - ui, ui, ui! O celular ou telemóvel já faz parte do braço do matreco (…) A marca, o modelo, as luzinhas que acendem, os brilhantes, tudo isso conta (…) Última sugestão: nunca desligue o telemóvel! (…) Em conselho de ministros, na confissão da igreja, no funeral do avô: mostre que nada é mais importante que as suas inadiáveis comunicações. Você é que é o centro do universo” in Mia Couto, Pensatempos. Ed. Caminho
Ana
Postado por
Unknown
at
segunda-feira, novembro 21, 2005
terça-feira, novembro 15, 2005
Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa
Postado por
Unknown
at
terça-feira, novembro 15, 2005
0
comentários
segunda-feira, novembro 14, 2005
É o Tempo das Castanhas
Castanhas quentes enroladas em cones de papel,
a aquecer as mãos e o coração.
Nuvens que se despedem da respiração.
Os casacos quentes e fofos,
As luvas de lã colorida,
Os gorros grossos,
O ultimo Inverno, do inferno da vida…
É o tempo das castanhas.
Rui
Postado por
Unknown
at
segunda-feira, novembro 14, 2005
0
comentários
Meteorologia
Meteorologia Politica:
-Queda da vergonha e ligeira subida do compadrio nos cargos altos de nomeação governamental.
-Pequena subida da temperatura para a pré-campanha eleitoral.
-Prossegue a baixa ondulação na Educação alterando-se no fim da semana especialmente sexta-feira.
-Nevoeiro intelectual cerrado em mentes ministeriais e outras.
-Descida do preço internacional do petróleo, reflectindo-se por cá numa acentuada subida dos bens de primeira necessidade.
-Prevê-se, para o meio da semana, uma baixíssima subida (37 cêntimos diários), do ordenado mínimo que no entanto não deverá afectar a o desespero nacional.
-Subida acentuada das importações da china e ondulação forte dos endividados orçamentos familiares.
-Vento intenso, por vezes forte, soprando de Centro/Sul.
-Descida acentuada da taxa de alcoolémia durante toda a semana e ligeira subida das dores de cabeça, sobretudo nas testas altas.
-Ondulação dolorosa moderada nestas costas do Norte
-Prevê-se a manutenção do mau humor matinal que em muitos casos se prolongará ao logo de todo o dia.
Rui
Postado por
Unknown
at
segunda-feira, novembro 14, 2005
2
comentários
sexta-feira, novembro 11, 2005
Presidenciáveis

-Tentei e tentarei sempre não demonstrar aqui as minhas convicções políticas, futebolísticas ou de outra qualquer índole porque as considero minhas apenas, e enquanto tal, não partilháveis neste espaço que não tem tal objectivo. Não resisto no entanto, a tecer um comentário ou dois ou mais, acerca do modo como esta “ante-pré-campanha” para as eleições presidenciais tem decorrido, corrido e sobretudo escorrido.
-Desde os primórdios da democracia neste país que pensei sempre que independentemente dos objectivos, sejam politico-partidários ou de carácter mais pessoal como é o caso das presidenciais, a educação e o respeito que os candidatos exibem refelectir-se-à nos seus resultados finais.
-No caso destas eleições choca-me o facto de me parecer que a existência de uma candidatura condiciona de sobremaneira o discurso e a actuação de todas as outras. Daí o ter concluído que ou falta programa a três delas ou sobra à restante. O quase insulto fácil, o tratamento por “tu”, o constante insinuar de dúvidas acerca dos mais recônditos aspectos da vida (pública e sobejamente conhecida de todos), de um dos candidatos pelos restantes, reflecte o receio, ambição cega e desorientação e não a honesta vontade de ser eleito para servir.
-Saliento que não sei ainda em quem irei votar, não sei se ou quando o saberei sem sombra de dúvida, mas sei que atitudes como estas a que tenho assistido não me motivam nem para que vote nem para que escolha.
-Mais para a frente veremos se as pessoas envolvidas possuem a agilidade mental e a educação necessárias para o cargo que pretendem ocupar. Talvez sim, mas agora parece-me In-provavel.
Rui
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, novembro 11, 2005
1 comentários
quinta-feira, novembro 10, 2005
Natal
E pronto ou se preferirem, “prontos”. Lá vem de novo o natal.
-Como sempre faz todos os anos inevitavelmente e sem apelo nem desagravo eis que vai chegando com a suavidade de uma manada de elefantes e o suave tropel de mil gnus desenfreados. A festa é sempre na mesma data, mas os preliminares, esses, qualquer ano começam no fim do verão.
-Já não será possível ligar a TV. sem ser invadido por vinte minutos de publicidade com córos de criancinhas de voz imaculada a cantarem hinos aos hipermercados; Sem dezenas de senhores obesos e potenciais candidatos a enfartes a divulgar com voz profunda a vantagem desta boneca, pista de automóveis ou dinossauro relativamente outras iguais em tudo excepto nos nomes. Imaginem o que será chegar da praia e tentar ver um telejornal com esse prelúdio.
-As ruas enchem-se de luzes e mais luzinhas num “mono-mental” exercício de desperdiçar energia e não há montra que se preze que se não encha de pedacinhos de esferovite, bolinhas coloridas, fitas brilhantes e outros objectos nauseantes de cores intensas cuja lógica nada tem que ver com o que realmente se celebra. Mas enfim… ! Circular torna-se impraticavel, e não se pode dar um passo sequer, sem ser agredido com um saco de compras por alguém “stressado” a correr de montra em montra.
-Não é possível tomar um café sem que o pacote de açúcar ou adoçante e o empregado que nunca vimos mais gordo, nos desejem um Feliz Natal, um próspero Ano Novo e outras banalidades sem interesse algum; E se não colocamos o troco, depois de dada a “gorjeta” na caixinha que feia e mal embrulhada estacionou em cima do balcão, somos olhados de soslaio.
-Interessante também, é observar o número de polícias, aos pares e trios a cada esquina das ruas, onde terão estado todo o resto do ano? Será que de Janeiro a final de Novembro os carteiristas e demais amigos do alheio fazem férias? Ou nesta altura do ano há ordens expressas do senhor ministro das polícias para arejar as fardas de Inverno?
-Mas, o pior de todos os enfados natalícios, é a "musiquinha" de Natal a ser debitada do alto dos candeeiros de rua, “roufenha” e repetitiva, hora após hora, dia após dia, a testar os limites da paciência dos que apenas desejam que a época passe. As mesmas músicas de sempre em mil versões, todas cheias de som de sinos, campaínhas e ho-ho-hos americanos que se nos entranham pelas orelhas e nos fazem cantarolá-las a todo o momento.
-Outro terror natalício, são os postais de boas festas; uma verdadeira tiranía que deixamos que nos imponham. Não vemos as pessoas desde o casamento daquele primo em 1982, não lhes ligamos nenhum mas enviamos pelo natal o rectangulozinho de cartão para que saibam que ajudámos uma qualquer instituição de caridade. Os que recebemos ficam umas semanas a ganhar pó, nunca os relemos e os votos que neles constam, são enjoativamente idênticos a todos os outros de sempre.
-O natal é-nos empurrado pelas goelas, olhos e ouvidos dentro sem compaixão, a todos os momentos e em todos os locais. Impingem-nos a obrigação de sorrir e ser “merdosamente” simpáticos, de apertar mãos e dar beijinhos, de trocar presentes, de desejar coisas boas e ter paciência para aturar tudo a todos.
Rui
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, novembro 10, 2005
2
comentários
terça-feira, novembro 08, 2005
CHOCOLATE
- Vem aí a feira dos gulosos e todos falam nisso à boca cheia antevendo o encher de boca e a satisfação dos sentidos. Até os mentirosos que dizem que não são gulosos, não conseguem esconder aquele brilho intimamente guardado e que os olhos traem.
-Chocolate, para a tristeza, para a, reconciliação, para oesquecimento, para a desculpa e remédio de todos os males. Triunfo do individualismo materialista, comer para não ser comido. Desculpa para frustrações sem desculpa, mentira com que nos enganamos com a glucose a pulsar nas veias.
-Chocolate branco, negro, chocolate esculpido, com licor e vinho do Porto, com passas mel, gelado e quente. Chocolate em barra, em molho, em bom-bom, em cocktail e em tablete. Pastéis de chocolate, bolos dele, bolinhos, salame, mousse, creme, recheio e cobertura. Com amêndoas, nozes, frutas e cereais, a sós ou com companhia.
-CHO-CO-LA-TE !
-O maior consolo das papilas mais simples e de todas as almas. Prazer, luxo, desejo, vicio, arte, gula.
-É o triunfo final sobre as dietas e a tristeza suprema de quem é diabético.
-Dizem que vicia e eu acredito apenas por ser doce e bom ou apenas bom.
-Existem coisas melhores do que o chocolate, sem dúvida nenhuma, mas dessas talvez fale um dia. Agora… é altura do FESTIVAL INTERNACIONAL DE CHOCOLATE.
-Tenho pena não gostar de chocolate e apenas de quem gosta dele.
De outro modo talvez lá fosse mas assim… é IN-provavel.
Rui
Postado por
Unknown
at
terça-feira, novembro 08, 2005
2
comentários
sexta-feira, novembro 04, 2005
Paris já está a arder !
-Dei por mim a pensar que o Iraque até parece ter uma população civilizada comparando-se com Paris. Lá pelo menos os terroristas são terroristas.
Já há por “terras de França” muita gente a pensar que o que se está a passar é fruto da importação de mão-de-obra estrangeira, muitas vezes de países pouco amistosos e não do consumo de alimentos geneticamente modificados e de hambúrgueres da McDonalds ou malefício da globalização.
-Não tenho nada contra nenhuma das quatro coisas e confesso-me preocupado quando como hoje a policia foi chamada porque três jovens “teólogos” muçulmanos, viajavam no metro do Porto com mochilas e sacos de desporto.
-Não se trata de qualquer acto de caris racista ou como é “chique” dizer-se, xenófoba. É apenas o medo que nos invade ainda antes dos motivos que a ele dão origem. Não gosto da intolerância para com ninguém mas se me permitem, detesto mais ainda a intolerância para comigo e para com as minhas ideias e práticas.
-França está “pasmada” a ver o que os seus filhos adoptivos são capazes de fazer ao próprio lar. É caso para pensar se vale realmente a pena criá-los, pari-los ou adoptá-los.
-Talvez depois de Paris parar de arder, a intolerância venha a aumentar e não é difícil entender de quem será a culpa de tal.
Postado por
Unknown
at
sexta-feira, novembro 04, 2005
0
comentários
segunda-feira, outubro 31, 2005
Pássaros, passarinhos, passarões e outras aves de arribação ou as potenciais vitimas da gripe das aves.
Águias benfiquistas.
Intimamente ligados a este grupo estão os Cucos que deveriam ter evitado que tais migrações acontecessem e alguns Corvos magistrados/as que deveriam ter mantido na gaiola este tipo de “passaronas” mas não souberam fazê-lo.
Não se perde grande coisa em termos de ideias se o vírus os levar.
Bons voos.
Rui.
Postado por
Unknown
at
segunda-feira, outubro 31, 2005
1 comentários
terça-feira, outubro 25, 2005
Postado por
Unknown
at
terça-feira, outubro 25, 2005
0
comentários
Direito à estupidez
Art. 1º - Todo o cidadão português tem não só o direito mas o dever inalienável de ser estúpido.
---------§ único- Entende-se por estupidez a prova cabal e sintomática de estados de consciência e pensamento, reconhecidos pelos diversos convénios internacionais de que Portugal é subscritor.
Art. 2º - Todo o cidadão português estúpido e todo o estúpido cidadão português, incluindo cidadãos estrangeiros casados com cidadãs ou cidadãos portugueses, i.e., cidadãs portuguesas casadas com cidadãos ou cidadãs estrangeiras, tem direito a ser estúpidos a tempo inteiro ou a sê-lo intermitentemente.
---------§ 1º-Caso a estupidez esteja temporariamente indisponível os cidadãos deverão aguardar ordeiramente a reposição de stocks. Ou em alternativa recorrer a justificações de governantes eleitos, para o não-cumprimento das promessas eleitorais.
Art.º3 – Todo o cidadão português tem o direito inalienável de pagar uma taxa de estupidez e de exigir a respectiva emissão de recibo bem como o direito de exigir através das suas associações representativas o aumento anual desta taxa regularmente e no inicio de cada mandato governamental.
----------§ 2º- O valor de 10% previsto no paragrafo anterior deverá reverter para a constituição de um fundo de reforma a favor dos detentores de elevados cargos públicos da Administração Central e Local.
Art.º4 – Todo o cidadão português no âmbito do exercício deste direito, deve assistir em respeitoso silêncio ao destruir da sua economia nacional e familiar, dos seus direitos adquiridos, da sua honra e bom-nome bem como dos da sua profissão. Assim como deve acreditar piamente que tal se destina a debelar a crise e que todas as medidas tomadas para o efeito se destinam a todos por igual, sem distinção de: influência, amizades, peso ou importância politica.
Rui
Postado por
Unknown
at
terça-feira, outubro 25, 2005
0
comentários
domingo, outubro 23, 2005
Irritações
-
Há quem diga que tenho um feitio colérico, que me enfureço e que sou demasiado exigente com os outros.
-Talvez seja verdade, mas francamente não suporto gente desleixada a quem pago para obter bens ou serviços e que me trata como se eu tivesse para com eles uma eterna e enormíssima dívida de gratidão. Incluo neste campo os empregados de mesa e as meninas de loja que não sabem pedir por favor ou dizer obrigado; Mas este aspecto parece ser generalizado entre os portugueses hoje em dia ou então serei eu mal-educado e/ ou estrangeiro.
-Por outro lado tenho o direito e a obrigação de defender os direitos que são de todos, ainda que outros em nome do “Não te rales”, o não façam. Tenho a obrigação moral de saber os meus direitos e de os exigir porque acredito que a consciência seja algo salutarmente contagioso.
Coisas que me irritam:
-Pés sobre bancos de autocarro ou metro.
-Depois de um encontrão ou pisadela um “-Desculpe lá!”
-Gente que não respeita bichas (ou filas se forem brasileiros).
-Mulheres que agradecem com “OBRIGADO” e homens que o fazem com “OBRIGADA”.
-Quem nem disso é capaz quando se seguram uma porta, lhe cedem passagem ou têm para com esse “ser” uma atitude educada.
-Empregado/as que se fazem descaradamente à gorjeta.
-Gente que olha para o lado “Para não se incomodar”.
-Quem quer que seja que por não ter ouvido o que lhe disseram questiona com a simpática interjeição “HÃ?” ou “QUÊ?”.
-”Mascadores” de chiclete “boquiabertos/tas” e “sorvedores/rãs” de gelado “Sonóros”.
-Quem estaciona o automóvel impedindo a passagem de peões ou outros automobilistas onde quer que seja.
-Tocadores de telemóvel e fãs da troca de toques em locais públicos.
-“CRAVAS” em geral.
-Pessoas que quando se enganam no numero de telefone o desligam na cara de quem atende.
-Desrespeitosos em geral, “grunhos”, rudes e outros imbecis diversos.
Rui
Postado por
Unknown
at
domingo, outubro 23, 2005
0
comentários
sábado, outubro 22, 2005
Cenas de todos os dias...
... num autocarro perto de si...
(retirado de uma publicação da Comissão Europeia intitulada “Racista, eu!?”)
Postado por
Unknown
at
sábado, outubro 22, 2005
quinta-feira, outubro 20, 2005
Diário de um Amnésico
18 de Outubro
Acho agora que foi mesmo boa esta ideia de escrever um diário, assim posso ir tomando nota das descobertas que vou fazendo. Hoje por exemplo naquela divisão que suspeito chamar-se cozinha ou autoclismo, toda forrada de quadradinhos brancos, descobri um objecto muito interessante. Trata-se de uma espécie de banco branco com dois objectos metálicos que quando se rodam fazem aparecer o já sei ser água.
Espero recuperar a memória em breve mas não sei sequer o que será isso.
3 de Julho
-Também descobri hoje que tenho um buraco que me não serve para nada. Estava sentado naquela coisa parecida com o que pensava ser um banco e que fica mesmo ao seu lado na cozinha onde sinto um alivio enorme quando me sento, foi então que reparei que abaixo da ponta inferior da minha cara, tenho um buraco …não é bem um buraco porque está fechado mas já teve ter tido uma utilidade qualquer de que me não lembro.
-Hoje fiquei curioso com um caixa que se prolonga da parede por um fio: a sua frente é de vidro escuro ou pelo menos acho que é vidro aquilo... tem uns botões estranhos num tabuleiro por baixo, todos quadrados e com letras decidi chamar-lhe frigorifico.
-Há muito que não cai água de cima pela abertura para o exterior mas enquanto houver água na alcatifa posso lavar a cara as vezes que queira.
34 de Janeiro
-Tomei banho na panela e depois sentei-me dentro do aquário a descansar as orelhas, tive um dia atarefado a puxar lustro ao canário.
Rui (Com base no Pão com Manteiga-Dezembro-81)
Postado por
Unknown
at
quinta-feira, outubro 20, 2005
0
comentários



















